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	<title>Arquivos Direitos - Nogueira e Tognin</title>
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	<description>Advogados Associados desde 1995</description>
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	<title>Arquivos Direitos - Nogueira e Tognin</title>
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		<title>Conheça as regras de aposentadoria para MEI</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/conheca-as-regras-de-aposentadoria-para-mei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 21:03:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[condições]]></category>
		<category><![CDATA[deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[microempreendedores ativos]]></category>
		<category><![CDATA[regras]]></category>
		<category><![CDATA[requisitos]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova lei do Domicílio Eletrônico Trabalhista, em vigor desde 16 de dezembro de 2021, possibilita que a entrega destes documentos seja feita por meio de um portal.</p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/conheca-as-regras-de-aposentadoria-para-mei/">Conheça as regras de aposentadoria para MEI</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sabia que hoje o Brasil já possui mais de 13 milhões de atuantes como Microempreendedor Individual? Esta informação surpreendente foi trazida pela Receita Federal no ano de 2022. Mas boa parte deles não sabe quais são seus direitos e deveres quando se fala em <strong>aposentadoria</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Microempreendedor Individual e a contribuição previdenciária</strong></h2>



<p>A verdade é que, mesmo com milhares de microempreendedores ativos, a maioria não conhece seus direitos previdenciários, tampouco sabe se possui ou não direito à aposentadoria. E isso é algo muito perigoso.</p>



<p>Principalmente porque, embora tenha direitos previdenciários, o MEI deve pagar o INSS regularmente para garanti-los, porém essa contribuição previdenciária nem sempre é feita da forma correta, causando inúmeros prejuízos ao microempreendedor.</p>



<p>Neste texto, vamos esclarecer as dúvidas sobre a aposentadoria de um microempreendedor individual.</p>



<p>Começando com o básico: o MEI é o empreendedor com atividade empresarial compatível com as que estão previstas em lei, além de faturamento de até R$ 81.000,00 por ano, com no máximo 1 funcionário contratado e não tem participação como sócio ou titular em nenhuma outra empresa ou atividade.</p>



<p>A partir daí, com a caracterização do MEI, é devido o recolhimento previdenciário na alíquota de 5% sobre o valor do salário mínimo, o chamado DAS, ou seja, a partir da formalização do MEI, é preciso contribuir mensalmente para o INSS (contribuição previdenciária) com o importe de 5% do salário mínimo vigente.</p>



<p>Esse valor é bem mais baixo do que a contribuição paga pela maioria dos trabalhadores e, considerando os benefícios que podem ser garantidos, vale muito a pena pagar regularmente.</p>



<p>O que muitas pessoas não sabem é que o MEI tem a opção de complementar o recolhimento previdenciário com mais 15% sobre o valor do salário mínimo. Neste caso, o microempreendedor deve continuar pagando o DAS (5%), adicionar os 15% a mais sobre o salário mínimo, somando 20% de contribuição previdenciária, o que poderá aumentar o valor da sua aposentadoria e facilitar a possibilidade de obter benefícios que a contribuição de apenas 5% não garantiria.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Regras para aposentadoria</strong></strong></h2>



<p>O MEI que recolhe 5% sobre o salário mínimo terá direito apenas à aposentadoria por idade fixada em 1 (um) salário mínimo mensal, sendo que as condições para concessão vão depender da data em que o microempreendedor começou a contribuir para o INSS.</p>



<p>Se ele começou a contribuir até o dia 12/11/2019 (data da Reforma Previdenciária), entrará na Regra de Transição da Aposentadoria por Idade, sendo necessário o preenchimento das seguintes condições:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Homens &#8211; 15 anos de tempo de contribuição e 65 anos de idade;</li>



<li>Mulheres &#8211; 15 anos de tempo de contribuição e 60 anos de idade + 6 meses por ano, a partir de 2020, até atingir 62 anos em 2023.</li>
</ul>



<p>Enquanto, se ele tiver começado a contribuir a partir de 13/11/2019 (data que a Reforma da Previdência entrou em vigor), os requisitos serão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Homens &#8211; 20 anos de tempo de contribuição e 65 anos de idade;</li>



<li>Mulheres &#8211; 15 anos de tempo de contribuição e 62 anos de idade.</li>
</ul>



<p>Agora, se o microempreendedor contribui com 5% + 15% de alíquota sobre o salário mínimo, o cenário muda. Neste caso, o Microempreendedor Individual terá direito a mais aposentadorias, visto que contribui de forma parecida com os segurados empregados comuns.</p>



<p>Assim, se o MEI contribui para o INSS na média de 20% do salário mínimo, ele poderá ter direito à aposentadoria por idade, por tempo de contribuição (se completou os requisitos antes da Reforma da Previdência) ou por pontos, bem como todas as regras de transição.</p>



<p>Neste contexto, vale esclarecer que o valor do benefício do MEI que recolhe sobre 20% do salário mínimo poderá ser superior a 1 (um) salário mínimo, porque, diferentemente do MEI que recolhe sobre 5%, uma média salarial é aplicada a esta conta, com base no benefício deferido. Ou seja, não há qualquer distinção entre o MEI que recolhe 5% e o MEI que recolhe 20% quanto às condições para a concessão da aposentadoria. A diferença, nesse caso, se refere ao valor do benefício, ou seja, quem recolhe 5% terá o benefício na quantia mensal de 1 (um) salário mínimo, enquanto o que recolhe 20% terá um benefício na média de todas as suas contribuições, sendo normalmente mais que um salário mínimo.</p>



<p>A aposentadoria por tempo de contribuição foi extinta com a vigência da Reforma Previdenciária. Sendo assim, só será concedida ao MEI que recolheu sobre 20% se na data da Reforma Previdenciária (12/11/2019) ele já tinha preenchido os requisitos necessários, que eram:<br></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Homens – 35 anos de contribuição, independentemente da idade;</li>



<li>Mulher – 30 anos de contribuição, independentemente da idade.</li>
</ul>



<p>Neste caso, a aposentadoria também poderá ser superior a 1 (um) salário mínimo, com cálculo baseado na média de todas as contribuições previdenciárias do microempreendedor.</p>



<p>Quanto à Aposentadoria por Pontos, os requisitos/condições são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Homens &#8211; 35 anos de tempo de contribuição e 96 pontos (soma da idade + o tempo de contribuição) +1 ponto por ano, a partir de 2020, até chegar no limite de 105 pontos em 2028;</li>



<li>Mulheres &#8211; 30 anos de tempo de contribuição e 86 pontos (soma da idade + o tempo de contribuição) +1 ponto por ano, a partir de 2020, até chegar no limite de 100 pontos em 2033.</li>
</ul>



<p>Se você já contribuía com 5% + 15% antes da Reforma entrar em vigor (13/11/2019) e ainda não cumpria com nenhum requisito para se aposentar, você terá direito a todas as Regras de Transição que a nova lei previdenciária trouxe:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regra de Transição da Aposentadoria por Idade;</li>



<li>Regra de Transição da Idade com Tempo de Contribuição (progressiva): aqui o homem precisa de 62 anos e 6 meses de idade + 35 anos de contribuição, enquanto a mulher precisa de 57 anos e 6 meses de idade + 30 anos de contribuição;</li>



<li>Regra de Transição da Aposentadoria por Pontos;</li>



<li>Regra de Transição do pedágio de 50%: não tem idade mínima, mas o homem precisa de 35 anos de contribuição (+ metade do tempo que faltava para atingir 35 anos em 13/11/2019) e a mulher precisa de 30 anos de contribuição (+ metade do tempo que faltava para atingir 30 anos em 13/11/2019); e</li>



<li>Regra de Transição do pedágio de 100%: o homem precisa de 60 anos de idade + 35 anos de contribuição + o dobro do tempo que faltava para atingir 35 anos em 13/11/2019 e a mulher precisa de 57 anos de idade + 30 anos + o dobro do tempo que faltava para atingir 30 anos em 13/11/2019.<br></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como podemos te ajudar</strong></h2>



<p>Especializado em advocacia empresarial, o escritório<strong> Nogueira e Tognin</strong> pode auxiliar o Microempreendedor Individual para entendimento das regras de aposentadoria, definição das faixas de contribuição e estimativa do valor do benefício.<br><a href="https://www.ntadvogados.com.br/contato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Entre em contato conosco e tenha a orientação de um especialista para a sua empresa!</a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="728" height="90" src="https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2022/07/image1.jpg" alt="contato_nogueira_e_tognin" class="wp-image-12755" srcset="https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2022/07/image1.jpg 728w, https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2022/07/image1-300x37.jpg 300w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></figure>
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		<item>
		<title>Quais são os direitos dos herdeiros de um empregado que faleceu?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/quais-sao-os-direitos-dos-herdeiros-de-um-empregado-que-faleceu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 17:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Dependentes]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Empresários]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionário Falecido]]></category>
		<category><![CDATA[Verbas Rescisórias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que, se o funcionário de uma empresa vier a falecer, seus herdeiros terão direito às verbas rescisórias? Exatamente! Mesmo que o contrato de trabalho tenha extinguido, é devido à empresa depositar alguns valores aos dependentes do empregado falecido, entre eles: 13° proporcional aos meses trabalhados; Saldo dos dias trabalhados; Férias proporcionais + ⅓ [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Você sabia que, se </span><span style="font-weight: 400;">o</span><span style="font-weight: 400;"> funcionário de uma empresa vier a falecer, seus herdeiros terão direito às verbas rescisórias? Exatamente! Mesmo que o contrato de trabalho tenha extinguido, é devido à empresa depositar alguns valores aos dependentes do empregado falecido, entre eles:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">13° proporcional aos meses trabalhados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Saldo dos dias trabalhados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Férias proporcionais + ⅓ constitucional;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Férias vencidas + ⅓ constitucional;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Direitos adquiridos: horas extras, adicional noturno etc.;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Salário família proporcional aos dias trabalhados (se o empregado tiver filhos menores de 14 anos);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Saque do FGTS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Outros eventualmente dispostos em norma coletiva.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, entende-se que os valores que o empregado não recebeu em vida deverão ser pagos, no prazo máximo de 10 dias da data do seu falecimento, aos seus herdeiros e dependentes registrados na Previdência Social, ou aos sucessores </span><span style="font-weight: 400;">legítimos por ordem judicial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Havendo dúvida de quem seriam os herdeiros, dependentes ou sucessores legítimos, a empresa deve apurar os direitos do ex-trabalhador e fazer o depósito judicial por meio de uma ação específica que deve ser ajuizada na Justiça do Trabalho, a fim de que seja definido judicialmente quem receberá as verbas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na Assessoria e Consultoria Preventiva para empresas, especialmente na gestão de pessoas.</span></p>
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		<item>
		<title>O que todo empregador e empregado deve saber sobre dano moral?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/o-que-todo-empregador-e-empregado-deve-saber-sobre-dano-moral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 17:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Constrangimento no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Dano Moral no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Empregado]]></category>
		<category><![CDATA[Empregador]]></category>
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		<category><![CDATA[leis]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Dano Moral” é um tema que envolve muita polêmica no ambiente profissional. Tanto o empregador quanto o empregado possuem muitas dúvidas para entender quais características realmente se enquadram nesta conduta, que pode colocar em risco uma relação de trabalho. O dano moral pode acontecer de baixo para cima, ou seja, quando o empregado causa dano [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“Dano Moral” é um tema que envolve muita polêmica no ambiente profissional. Tanto o empregador quanto o empregado possuem muitas dúvidas para entender quais características realmente se enquadram nesta conduta, que pode colocar em risco uma relação de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dano moral pode acontecer de baixo para cima, ou seja, quando o empregado causa dano moral contra o empregador, devendo indenizá-lo, e também, o mais comum, de cima para baixo, quando o empregador causa dano moral contra o empregado, devendo indenizá-lo, sendo que neste caso pode ser individual ou coletivo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>A EMPRESA PODE SER VÍTIMA DE DANO MORAL?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, embora alguns empregadores não saibam, eles também podem ser vítimas de dano moral praticado pelo empregado ou ex-empregado contra sua empresa ou sua pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, se o empregador sofrer perante a sociedade lesão à sua imagem, à sua honra objetiva, ao seu nome, à sua privacidade, aos seus segredos empresariais, aos seus atributos, ou a qualquer outro parâmetro de lesão não patrimonial, esta lesão pode atingir a pessoa jurídica e configurar dano moral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa possui um nome, uma marca, um conceito social que precisa zelar, portanto se o empregado lesar sua imagem, pode prejudicar sua reputação, sua posição social ou de mercado, bem como sua vida perante toda a sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, se o empregador for vítima de dano moral praticado pelo empregado, pode demiti-lo por justa causa e ainda buscar na Justiça do Trabalho uma indenização pelos danos sofridos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>O EMPREGADO PODE SER VÍTIMA DE DANO MORAL?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim e já é de conhecimento público que o dano moral se caracteriza pela ofensa ao bem estar do indivíduo, ferindo sua honra, caráter, imagem ou intimidade, assim como pela ofensa aos seus sentimentos ou ao seu equilíbrio psíquico e espiritual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao identificar o dano moral, o trabalhador poderá pleitear indenização, além de aplicar a rescisão indireta no seu contrato de trabalho (justa causa do empregador).</span></p>
<p><b>Quais são os casos mais comuns de dano moral?</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Acidente de trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Assédio moral ou assédio sexual;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Invasão de privacidade, como instalar câmeras no interior dos banheiros ou instalar programas para vigiar os computadores dos empregados sem avisar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Revistas íntimas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Anotação de um valor inferior ao realmente pago na Carteira de Trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Piadas difamatórias, principalmente referentes a aparência do funcionário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Atos de  </span><span style="font-weight: 400;">coação, injúria, calúnia, difamação,</span><span style="font-weight: 400;">contra o empregador ou empregado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Terrorismo psicológico, degradação das condições de trabalho, rigor excessivo, isolamento do trabalhador.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Há ainda muitas outras ações ou omissões que podem atingir o empregado ou o empregador, causando danos suscetíveis de serem reparados com indenização.</span></p>
<p><b>Como comprovar o dano moral?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Provar a ocorrência de dano moral pode ser bem complicado, mas sempre existe uma saída. Inicialmente é preciso analisar cuidadosamente o acontecido para averiguar se realmente houve dano moral. Se for o caso, há diversos meios para comprovar, seja através de testemunhas, </span><span style="font-weight: 400;">redes sociais,</span><span style="font-weight: 400;"> mensagens, gravações de vídeo, de áudio ou até mesmo por fotos.</span></p>
<p><b>O que não pode ser caracterizado como dano moral?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não constitui dano moral os simples dissabores, aborrecimentos e pequenas ofensas, bem como o pequeno incômodo ou, ainda que grave, o comportamento lícito do agente. Efetuar </span><span style="font-weight: 400;">desconto no salário por faltas não justificadas, aplicar advertência</span><span style="font-weight: 400;">s</span><span style="font-weight: 400;"> por erros cometidos pelo empregado ou até mesmo chamar </span><span style="font-weight: 400;">sua</span><span style="font-weight: 400;"> atenção por uma eventual falha não </span><span style="font-weight: 400;">configuram</span><span style="font-weight: 400;"> dano moral, </span><span style="font-weight: 400;">portanto não são passíveis de indenização.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dano moral, na maioria das vezes, aparece em alguma conduta abusiva, que remeta ao constrangimento efetivo do empregado ou do empregador, causando prejuízos emocionais ou éticos e morais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É de extrema importância qualquer empresário ou empregador se atentar para os critérios de configuração do dano moral, para evitar possíveis problemas em sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre dano moral? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/o-que-todo-empregador-e-empregado-deve-saber-sobre-dano-moral/">O que todo empregador e empregado deve saber sobre dano moral?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como funciona a indenização por acidente ou doenças ocupacionais?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/indenizacao-por-acidente-ou-doencas-ocupacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 16:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trajeto]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Ocupacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Empresário]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ntadvogados.com.br/?p=10563</guid>

					<description><![CDATA[<p>De acordo com o Ministério do Trabalho, quase 800 mil trabalhadores se acidentam anualmente no Brasil, sendo feitos aproximadamente 2 mil registros de acidentes por dia. Com isso, se o empregado que se acidentar no ambiente de trabalho, pode ser o caso de pleitear indenização na Justiça decorrente de acidente de trajeto, acidente típico ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o Ministério do Trabalho, quase 800 mil trabalhadores se acidentam anualmente no Brasil, sendo feitos aproximadamente 2 mil registros de acidentes por dia. Com isso, se o empregado que se acidentar no ambiente de trabalho, pode ser o caso de </span><span style="font-weight: 400;">pleitear</span><span style="font-weight: 400;"> indenização </span><span style="font-weight: 400;">na Justiça decorrente de</span><span style="font-weight: 400;"> acidente de trajeto, acidente típico ou doenças ocupacionais </span><span style="font-weight: 400;">equiparadas a acidente de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Perante a Constituição Federal, o empregador deve pagar a indenização de forma obrigatória nos casos em que </span><span style="font-weight: 400;">tiver</span><span style="font-weight: 400;"> culpa ou </span><span style="font-weight: 400;">quando</span><span style="font-weight: 400;"> o empregador tem ciência de que a atividade </span><span style="font-weight: 400;">empresarial é de grande risco e </span><span style="font-weight: 400;">pode gerar um acidente</span><span style="font-weight: 400;">.</span> <span style="font-weight: 400;">Vale esclarecer que</span><span style="font-weight: 400;"> atitude </span><span style="font-weight: 400;">culposa </span><span style="font-weight: 400;">é quando o empregador age com negligência, imprudência ou imperícia, sabendo do risco de o acidente ocorrer, </span><span style="font-weight: 400;">mas </span><span style="font-weight: 400;">mesmo assim não </span><span style="font-weight: 400;">o</span><span style="font-weight: 400;"> previne </span><span style="font-weight: 400;">ou não faz nada para tentar impedir que ocorra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda a diferença entre os três tipos de acidentes:</span></p>
<p><b><i>Acidente de trajeto</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acontece quando o empregado sofre um acidente no caminho de sua residência para</span><span style="font-weight: 400;"> o trabalho ou vice-versa</span><span style="font-weight: 400;">, independente</span><span style="font-weight: 400;">mente</span><span style="font-weight: 400;"> do meio de transporte </span><span style="font-weight: 400;">utilizado</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b><i>Acidente típico</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ocorre</span><span style="font-weight: 400;"> quando o trabalhador está exercendo sua atividade profissional, mesmo que não seja em seu local de trabalho. Com isso, o acidente pode causar uma grave lesão corporal que apresente risco à vida do funcionário ou </span><span style="font-weight: 400;">resulte em</span><span style="font-weight: 400;"> redução da capacidade laboral do </span><span style="font-weight: 400;">acidentado.</span></p>
<p><b><i>Doenças ocupacionais</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São todas as doenças </span><span style="font-weight: 400;">decorrentes </span><span style="font-weight: 400;">do trabalho, adquiridas ou </span><span style="font-weight: 400;">agravadas</span><span style="font-weight: 400;"> pelas condições em que o trabalhador exerce suas atividades,</span><span style="font-weight: 400;"> ficando</span><span style="font-weight: 400;"> exposto a danos, como por exemplo a LER (lesão por esforço repetitivo), que é um dos casos mais recorrentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A indenização surge quando o trabalhador ingressa com uma ação trabalhista na Justiça alegando danos morais e materiais decorrentes do acidente, sendo que se ficar caracterizada a culpa da empresa no acidente, esta será condenada em pagar indenização na forma da sentença, sendo mais comum:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"> o dano moral ser arbitrado pelo juiz levando em conta as condições em que ocorreu o acidente ou a doença profissional; e</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">o dano material ser determinado levando em conta o percentual de redução da capacidade laborativa que teve o empregado acidentado, ou seja, qual foi o tamanho de sua perda de condições de trabalhar, podendo variar de 1% a 100% do seu salário, que é normalmente determinado por um perito médico judicial ou do INSS.  </span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
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		<title>Quais são os direitos da empresa na relação trabalhista?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/quais-sao-os-direitos-da-empresa-na-relacao-trabalhista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2019 15:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Empresários]]></category>
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		<category><![CDATA[Processo trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Relação Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como uma empresa pode reduzir o risco de receber reclamações trabalhistas de seus funcionários? Muitas empresas caem nas mesmas armadilhas e cometem os mesmos erros que geram consequências prejudiciais na relação trabalhista Sabemos que as reclamações na Justiça do Trabalho são uma fonte inestimável de perda de dinheiro, até as grandes empresas reservam milhões de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Como uma empresa pode reduzir o risco de receber reclamações trabalhistas de seus funcionários? Muitas empresas caem nas mesmas armadilhas e cometem os mesmos erros que geram consequências prejudiciais na relação trabalhista</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que as reclamações na Justiça do Trabalho são uma fonte inestimável de perda de dinheiro, até as grandes empresas reservam milhões de reais anualmente somente para o pagamento de condenações trabalhistas. Com isso, as pequenas e médias empresas são as que mais sofrem por não terem reserva financeira para arcar com os processos judiciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, o resultado dos processos trabalhistas se baseiam em princípios legais que favorecem apenas o trabalhador, e não a empresa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, devido a desigualdade do Brasil, alguns juízes tendem a se preocupar em fazer justiça social e, com isso, não analisam corretamente a defesa da empresa. Assim,</span> <b><i>quando </i></b><b><i>os empresários decidem investir em prevenção, </i></b><b><i>suas</i></b><b><i> chances de evitar processos trabalhistas aumentam consideravelmente</i></b><span style="font-weight: 400;">. Ou ainda, se eventual processo ocorrer, a chance de defesa será muito maior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito comum escutarmos que o empresário tem apenas deveres, o que é uma inverdade. Saiba que as empresas também têm direitos, basta utilizá-los da forma correta para se proteger de ações trabalhistas.</span></p>
<p><b>Direitos das empresas e dos empresários</b></p>
<p><b>Poder de direção: </b><span style="font-weight: 400;">é o poder do empregador de organizar, controlar e disciplinar o trabalho, de acordo com as finalidades do seu negócio. A empresa possui uma capacidade enorme nas relações de trabalho, que é pouco ou mal usada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também vale lembrar que esse poder não é absoluto. Na verdade, a maioria dos casos de dano moral </span><span style="font-weight: 400;">é movida </span><span style="font-weight: 400;">por um ideal de soberba promovid</span><span style="font-weight: 400;">o</span><span style="font-weight: 400;"> pelo empresário ou por alguns de seus subordinados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O poder de direção dá ao empresário o atributo de definir e exigir </span><span style="font-weight: 400;">o cumprimento da</span><span style="font-weight: 400;"> jornada determinada para o trabalhador </span><span style="font-weight: 400;">em seu contrato de trabalh</span><span style="font-weight: 400;">o. Inclusive, o empregador pode punir o empregado que descumprir a imposição.</span></p>
<p><b>Regulamento interno da empresa: </b><span style="font-weight: 400;">se esse dispositivo estiver de acordo com as leis, pode ser respeitado pela Justiça do Trabalho e</span><span style="font-weight: 400;">m</span><span style="font-weight: 400;"> eventual processo trabalhista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse documento deve ser sempre elaborado por um profissional </span><span style="font-weight: 400;">da empresa, com apoio do seu jurídico, </span><span style="font-weight: 400;">de acordo com as necessidades </span><span style="font-weight: 400;">do empregador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Posteriormente, deve ser entregue uma cópia impressa para cada empregado, certificando esse recebimento para fins de comprovar futuramente </span><span style="font-weight: 400;">na J</span><span style="font-weight: 400;">ustiça de que a norma interna era conhecida pelo empregado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O empresário deve aproveitar o poder de direção para conduzir e produzir provas que favoreçam a sua própria empresa, como nos exemplos abaixo:</span></p>
<p><b>1) Gravação de áudio e vídeo como prova: </b><span style="font-weight: 400;">é sempre aconselhável que as empresas mantenham sistemas de gravação de áudio e vídeo, ou ainda, dependendo da atividade, gravações de ligações telefônicas e monitoramento de computadores. Esses sistemas possuem custos variados e podem caber no orçamento de todas as empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O monitoramento deve abranger todas as áreas do trabalho. Primeiramente, convém que tal monitoramento seja feito sob o conhecimento de todas as partes, com a inclusão de cláusulas </span><span style="font-weight: 400;">no</span><span style="font-weight: 400;"> contrato de trabalho ou no regulamento interno da empresa, além de placas de informação</span><span style="font-weight: 400;">, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em determinadas ocasiões, pode ser necessário para obter determinada prova, que seja feito de modo oculto, </span><span style="font-weight: 400;">dentro ou fora das dependências da empresa, onde se comprove a conduta irregular do trabalhador. </span></p>
<p><b>2) Demissão de mulheres &#8211; exame de gravidez: </b><span style="font-weight: 400;">a proibição de exigir exame de gravidez ocorre somente na admissão da funcionária, mas na demissão é permitido. Essa prerrogativa deve ser utilizada no caso da demissão sem justa causa e, se o resultado for positivo, a demissão é imediatamente cancelada e a empregada é reconduzida à função. Mas se o exame der negativo, é prova de que a funcionária não estava grávida no momento da demissão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como se trata de algo particular, a empregada tem o direito de recusar a fazer esse exame. Contudo, convém elaborar um termo assinado pela mesma, afirmando que foi convidada a realizar o exame e se recusou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma situação bem comum que desencadeia indenizações por dano moral é o </span><span style="font-weight: 400;">abuso do poder de direção</span><span style="font-weight: 400;">, que como escrito acima serve para fiscalizar o trabalho. O empregado</span><span style="font-weight: 400;">r</span><span style="font-weight: 400;"> não pode em nenhum momento submeter o empregado a constrangimento</span><span style="font-weight: 400;"> ilegal</span><span style="font-weight: 400;"> ou aplicar</span><span style="font-weight: 400;">-lhe</span><span style="font-weight: 400;"> uma penalidade sob pretexto de melhorar a produtividade por exemplo, </span><span style="font-weight: 400;">deve sim se apoiar na lei e afastar aqueles que prejudicam a produtividade e o bom andamento da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim</span><span style="font-weight: 400;">, o poder de direção pode </span><span style="font-weight: 400;">e deve </span><span style="font-weight: 400;">ser usado de modo positivo, oferecendo premiações e incentivo pelo cumprimento de metas de produtividade, </span><span style="font-weight: 400;">além de outras práticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale conosco através dos telefones (19) 3805-4434, Whatsapp (19) 97111-4434 ou clicando aqui: </span><a href="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fencurtador.com.br%2FCGRUY%3Ffbclid%3DIwAR2CdSN-SzrrYPWAjtXxhpA7NZJD2iNxnUvVVepuZYeYsOW3KY6mw5L9bcM&amp;h=AT0YiUx4fZKnQ39Ra-NQLR5UVxmCCXydGA9G4FuzWuV-T44zK7ArvGiJ-VWq-yLMC8O9yd138NPmWt3ay014cOGL8jHnnUO9dnorok7pD1lsW4uIbqcG6sNuwm331sjJvvM7i3F6NEhTfhEvD_QXMmKX2DlzDebCOgHId8Tsr835g95pqtHSaCOeqnlq8Z6Ik0bS5GU5g_lm-mwhp8ixZbb2iK6DBTN-RSiQKEVAlFBa8FQVuFvjBINfBOhBH4d5yaJPO_1686N7_6yKYQOePNs3C66rNBCpM9bDx7U__npjaJD888kWD1x11SkalYULXZGtUSUNegp_OE525LNlIsqxy8q-WiwIqKIh2FKf3z9jW7d-r4x8gTT053fdDFZJmOWwSW3K9jUJRezmXrhiQrPrBpokLuF_iq0ZDXtIDxp0g8fKMpuv1YcEPN9p1vzHPPOLhbP5nEfkfjdkyEG0bSxELdJglDCM-NfpYOeI22LH4zhoTnYSV2Wtj_Qi90QtHInVYsdQZnAWGD4XQeuuhqyJ8O2wiEn0buN2WY7Gsy6GPGgOIGWI9anel7r8n9RH_tPB69uAGLCfduZbMkhucB-3BzdGEuwvc91zFHFVc8-wtzVYtUOwpvz96A6tbbV2shPZ2w"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/CGRUY</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
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		<title>Quais são os critérios de uma demissão por justa causa?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/quais-sao-os-criterios-de-uma-demissao-por-justa-causa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2019 14:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão Por Justa Causa]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Empregado]]></category>
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		<category><![CDATA[Leis Trabalhistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[column width=&#8221;1/1&#8243; last=&#8221;true&#8221; title=&#8221;&#8221; title_type=&#8221;single&#8221; animation=&#8221;none&#8221; implicit=&#8221;true&#8221;] Um assunto muito recorrente entre os trabalhadores é a temida demissão por justa causa. Para um empregador demitir um empregado por justa causa, não basta presumir que possui motivos para o demitir, pois apesar de o empregador ser detentor do poder diretivo, ele não é ilimitado. Dessa forma, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>[column width=&#8221;1/1&#8243; last=&#8221;true&#8221; title=&#8221;&#8221; title_type=&#8221;single&#8221; animation=&#8221;none&#8221; implicit=&#8221;true&#8221;]</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um assunto muito recorrente entre os trabalhadores é a temida demissão por justa causa. Para um empregador demitir um empregado por justa causa, não basta presumir que possui motivos para o demitir, pois apesar de o empregador ser detentor do poder diretivo, ele não é ilimitado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, o empregador deve seguir uma série de requisitos para que a justa causa seja considerada válida. </span></p>
<ul>
<li><b>Taxatividade: <span style="font-weight: 400;">de forma que a falta cometida pelo empregado deve estar prevista no art. 482 da CLT para a demissão ser válida;</span></b></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Imediaticidade</strong>: <span style="font-weight: 400;">não pode haver um transcurso de tempo muito grande entre a falta cometida pelo empregado e a penalidade a ser aplicada pelo empregador;</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Proporcionalidade:</strong> <span style="font-weight: 400;">o empregador deve analisar o contexto em que foi cometida essa falta, as repercussões que essa falta trouxe ao trabalho e se essa falta cometida realmente irá impossibilitar o vínculo empregatício;</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Singularidade da punição:</strong> <span style="font-weight: 400;">o empregador não poderá aplicar mais de uma penalidade para a mesma falta cometida;</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Não discriminação:</strong> <span style="font-weight: 400;">o empregador não poderá aplicar penas diversas para os mesmos empregados envolvidos na falta.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, antes de demitir o empregado por justa causa, o empregador deve observar todos esses requisitos, pois eles são cumulativos para validar a conduta para que ela não seja anulada futuramente ou mesmo revertida na Justiça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale conosco através dos telefones (19) 3805-4434, Whatsapp (19) 97111-4434 ou clicando aqui: </span><a href="http://encurtador.com.br/hmxBC"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/hmxBC</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
<p>[/column]</p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/quais-sao-os-criterios-de-uma-demissao-por-justa-causa/">Quais são os critérios de uma demissão por justa causa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
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		<item>
		<title>Estou afastado pelo INSS, posso usar o convênio da empresa?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/estou-afastado-pelo-inss-posso-usar-o-convenio-da-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 13:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[leis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos trabalhadores que possuem plano de saúde pago pela empresa, quando se afastam por motivo de doença ou acidente de trabalho, têm o seu benefício CANCELADO. E então surge a questão: a empresa pode ou não cancelar o plano de saúde para os seus funcionários em razão de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez? Saiba que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/estou-afastado-pelo-inss-posso-usar-o-convenio-da-empresa/">Estou afastado pelo INSS, posso usar o convênio da empresa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Muitos trabalhadores que possuem plano de saúde pago pela empresa, quando se afastam por motivo de doença ou acidente de trabalho, têm o seu benefício CANCELADO. E então surge a questão: a empresa pode ou não cancelar o plano de saúde para os seus funcionários em razão de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba que em hipótese alguma isso pode acontecer! A empresa não pode cancelar o plano de saúde em razão do afastamento dos seus empregados que passam a receber auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. Tanto faz se a causa for acidentária ou causa comum.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa conduta da empresa viola o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana, pois entende-se que quando a pessoa está doente, é o momento em que ela mais precisa de amparo, do suporte do plano de saúde para tratamentos médicos, que geralmente possuem valores altos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Tribunal Superior do Trabalho editou a súmula 440, que afirma que o plano de saúde deve ser mantido em caso de afastamento por acidente ou aposentadoria por invalidez, entendendo então que ter garantido o seu plano de saúde é um direito nítido e claro do empregado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se uma empresa não cumprir essa regra, estará sujeita a pagar indenização por dano moral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
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