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	<title>Arquivos leis - Nogueira e Tognin</title>
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	<description>Advogados Associados desde 1995</description>
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	<title>Arquivos leis - Nogueira e Tognin</title>
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		<title>O que todo empregador e empregado deve saber sobre dano moral?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/o-que-todo-empregador-e-empregado-deve-saber-sobre-dano-moral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 17:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Constrangimento no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Dano Moral no Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Dano Moral” é um tema que envolve muita polêmica no ambiente profissional. Tanto o empregador quanto o empregado possuem muitas dúvidas para entender quais características realmente se enquadram nesta conduta, que pode colocar em risco uma relação de trabalho. O dano moral pode acontecer de baixo para cima, ou seja, quando o empregado causa dano [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“Dano Moral” é um tema que envolve muita polêmica no ambiente profissional. Tanto o empregador quanto o empregado possuem muitas dúvidas para entender quais características realmente se enquadram nesta conduta, que pode colocar em risco uma relação de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dano moral pode acontecer de baixo para cima, ou seja, quando o empregado causa dano moral contra o empregador, devendo indenizá-lo, e também, o mais comum, de cima para baixo, quando o empregador causa dano moral contra o empregado, devendo indenizá-lo, sendo que neste caso pode ser individual ou coletivo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>A EMPRESA PODE SER VÍTIMA DE DANO MORAL?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, embora alguns empregadores não saibam, eles também podem ser vítimas de dano moral praticado pelo empregado ou ex-empregado contra sua empresa ou sua pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, se o empregador sofrer perante a sociedade lesão à sua imagem, à sua honra objetiva, ao seu nome, à sua privacidade, aos seus segredos empresariais, aos seus atributos, ou a qualquer outro parâmetro de lesão não patrimonial, esta lesão pode atingir a pessoa jurídica e configurar dano moral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa possui um nome, uma marca, um conceito social que precisa zelar, portanto se o empregado lesar sua imagem, pode prejudicar sua reputação, sua posição social ou de mercado, bem como sua vida perante toda a sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, se o empregador for vítima de dano moral praticado pelo empregado, pode demiti-lo por justa causa e ainda buscar na Justiça do Trabalho uma indenização pelos danos sofridos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>O EMPREGADO PODE SER VÍTIMA DE DANO MORAL?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim e já é de conhecimento público que o dano moral se caracteriza pela ofensa ao bem estar do indivíduo, ferindo sua honra, caráter, imagem ou intimidade, assim como pela ofensa aos seus sentimentos ou ao seu equilíbrio psíquico e espiritual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao identificar o dano moral, o trabalhador poderá pleitear indenização, além de aplicar a rescisão indireta no seu contrato de trabalho (justa causa do empregador).</span></p>
<p><b>Quais são os casos mais comuns de dano moral?</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Acidente de trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Assédio moral ou assédio sexual;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Invasão de privacidade, como instalar câmeras no interior dos banheiros ou instalar programas para vigiar os computadores dos empregados sem avisar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Revistas íntimas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Anotação de um valor inferior ao realmente pago na Carteira de Trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Piadas difamatórias, principalmente referentes a aparência do funcionário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Atos de  </span><span style="font-weight: 400;">coação, injúria, calúnia, difamação,</span><span style="font-weight: 400;">contra o empregador ou empregado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Terrorismo psicológico, degradação das condições de trabalho, rigor excessivo, isolamento do trabalhador.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Há ainda muitas outras ações ou omissões que podem atingir o empregado ou o empregador, causando danos suscetíveis de serem reparados com indenização.</span></p>
<p><b>Como comprovar o dano moral?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Provar a ocorrência de dano moral pode ser bem complicado, mas sempre existe uma saída. Inicialmente é preciso analisar cuidadosamente o acontecido para averiguar se realmente houve dano moral. Se for o caso, há diversos meios para comprovar, seja através de testemunhas, </span><span style="font-weight: 400;">redes sociais,</span><span style="font-weight: 400;"> mensagens, gravações de vídeo, de áudio ou até mesmo por fotos.</span></p>
<p><b>O que não pode ser caracterizado como dano moral?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não constitui dano moral os simples dissabores, aborrecimentos e pequenas ofensas, bem como o pequeno incômodo ou, ainda que grave, o comportamento lícito do agente. Efetuar </span><span style="font-weight: 400;">desconto no salário por faltas não justificadas, aplicar advertência</span><span style="font-weight: 400;">s</span><span style="font-weight: 400;"> por erros cometidos pelo empregado ou até mesmo chamar </span><span style="font-weight: 400;">sua</span><span style="font-weight: 400;"> atenção por uma eventual falha não </span><span style="font-weight: 400;">configuram</span><span style="font-weight: 400;"> dano moral, </span><span style="font-weight: 400;">portanto não são passíveis de indenização.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dano moral, na maioria das vezes, aparece em alguma conduta abusiva, que remeta ao constrangimento efetivo do empregado ou do empregador, causando prejuízos emocionais ou éticos e morais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É de extrema importância qualquer empresário ou empregador se atentar para os critérios de configuração do dano moral, para evitar possíveis problemas em sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre dano moral? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
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		<title>Principais pontos da Lei da Terceirização</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/principais-pontos-da-lei-da-terceirizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 17:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista]]></category>
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		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em março de 2017, passou a vigorar a Lei nº 13.429/2017, que alterou os dispositivos sobre a terceirização e em novembro de 2017 passou a vigorar a famosa Reforma Trabalhista, trazendo diversas mudanças e possibilidades, o que gerou muitas dúvidas para as empresas e os funcionários. A principal questão é: foi vetada a possibilidade de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em março de 2017, passou a vigorar a Lei nº 13.429/2017, que alterou os dispositivos sobre a terceirização e em novembro de 2017 passou a vigorar a famosa Reforma Trabalhista, trazendo diversas mudanças e possibilidades, o que gerou muitas dúvidas para as empresas e os funcionários. A principal questão é: foi vetada a possibilidade de terceirizar qualquer área da empresa? </span></p>
<p><b>Como funcionava a terceirização antes das alterações da lei?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Anteriormente não era possível terceirizar a atividade fim (vinculada à finalidade da atividade empresarial), somente era permitida a terceirização de atividades meio e acessórias da empresa, como limpeza, conservação ou vigilância, isto é, atividades consideradas alheias à principal. </span></p>
<p><b>Como ficou a terceirização após a Reforma Trabalhista?</b></p>
<p>Desde novembro de 2017 toda e qualquer atividade da empresa pode ser terceirizada, inclusive nas áreas ligadas às atividades fim da empresa.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, não há atividade proibida ou área vetada de ser terceirizada, contudo o que gera muitas dúvidas ainda é quando uma terceirização é legítima ou ilegítima/ilegal, sendo que no segundo caso gera a descaracterização do contrato de terceirização, configurando vínculo empregatício direto entre o prestador de serviços e a empresa contratante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceirização legítima é aquela em que o contratante não tem poder de mando nem de direção nas atividades do terceirizado, ou seja, não há ingerência direta do contratante com o terceirizado e, assim, não há subordinação jurídica entre as partes, além de outros requisitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma genérica, a terceirização ilegítima é aquela em que o contratante tem o poder de mando, de direção e de fiscalização dos trabalhos realizados pelo terceiro, estando presente a subordinação jurídica. Assim, analisando as condições de fato, verifica-se que não se trata de prestador terceirizado, mas sim de verdadeiro empregado, que embora trabalhe sob o regime de um contrato de terceirização e recebe remuneração mediante emissão de nota fiscal, o contrato é considerado nulo, pois trata-se de uma terceirização ilegal, que vai contra os requisitos da lei.</span></p>
<p><b>Quais são os direitos de um trabalhador terceirizado?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CLT prevê ao trabalhador terceirizado os mesmos direitos de um trabalhador convencional. O contratante deve ter como responsabilidade principal oferecer as condições básicas de trabalho para o empregado, desde segurança à higiene, mesmo se a atividade não for realizada no ambiente interno da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, não é de responsabilidade da empresa custear benefícios, como plano de saúde, vale transporte, vale refeição, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova Lei da Terceirização ainda propôs modificações para os trabalhos temporários, que antes tinham um contrato </span><span style="font-weight: 400;">com prazo máximo </span><span style="font-weight: 400;">de 90 dias, passando </span><span style="font-weight: 400;">desde então</span><span style="font-weight: 400;"> para 180 dias</span><span style="font-weight: 400;">, consecutivos ou não, passíveis de prorrogação por mais 90 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
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		<title>Grávidas e lactantes não podem mais realizar trabalho insalubre</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/proibicao-de-trabalho-insalubre-gravidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 17:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por maioria dos votos, o STF decidiu que, a partir da decisão, as funcionárias grávidas e lactantes de qualquer empresa não podem mais exercer atividades consideradas insalubres, seja em qualquer grau de exposição. De acordo com as leis anteriores, em algumas hipóteses, essas funcionárias podiam realizar tais atividades, exceto quando apresentavam atestado médico proibindo a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Por maioria dos votos, o STF decidiu que, a partir d</span><span style="font-weight: 400;">a decisão</span><span style="font-weight: 400;">, as funcionárias grávidas e lactantes de qualquer empresa não podem mais exercer atividades consideradas insalubres,</span><span style="font-weight: 400;"> seja em qualquer grau de exposição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com as leis anteriores,</span><span style="font-weight: 400;"> em algumas hipóteses</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">essas funcionárias podiam</span><span style="font-weight: 400;"> realizar tais atividades, exceto quando apresentavam atestado médico proibindo a exposição em atividades insalubres, no entanto, para o Plenário, essa regra acabava expondo em risco a vida da mãe e da criança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Não é só a salvaguarda da mulher e ao nascituro, mas também total proteção ao recém-nascido, possibilitando convivência com a mãe de maneira harmônica, sem os perigos do ambiente insalubre.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, após a decisão do STF, a mulher grávida ou lactante não pode laborar em ambiente insalubre, mesmo que queira, pois não se trata somente da proteção da mulher, mas também da criança, que tem prioridade de proteção pelo Estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
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		<title>Quais são os direitos da empresa na relação trabalhista?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/quais-sao-os-direitos-da-empresa-na-relacao-trabalhista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2019 15:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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		<category><![CDATA[Processo trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Relação Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como uma empresa pode reduzir o risco de receber reclamações trabalhistas de seus funcionários? Muitas empresas caem nas mesmas armadilhas e cometem os mesmos erros que geram consequências prejudiciais na relação trabalhista Sabemos que as reclamações na Justiça do Trabalho são uma fonte inestimável de perda de dinheiro, até as grandes empresas reservam milhões de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Como uma empresa pode reduzir o risco de receber reclamações trabalhistas de seus funcionários? Muitas empresas caem nas mesmas armadilhas e cometem os mesmos erros que geram consequências prejudiciais na relação trabalhista</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que as reclamações na Justiça do Trabalho são uma fonte inestimável de perda de dinheiro, até as grandes empresas reservam milhões de reais anualmente somente para o pagamento de condenações trabalhistas. Com isso, as pequenas e médias empresas são as que mais sofrem por não terem reserva financeira para arcar com os processos judiciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, o resultado dos processos trabalhistas se baseiam em princípios legais que favorecem apenas o trabalhador, e não a empresa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, devido a desigualdade do Brasil, alguns juízes tendem a se preocupar em fazer justiça social e, com isso, não analisam corretamente a defesa da empresa. Assim,</span> <b><i>quando </i></b><b><i>os empresários decidem investir em prevenção, </i></b><b><i>suas</i></b><b><i> chances de evitar processos trabalhistas aumentam consideravelmente</i></b><span style="font-weight: 400;">. Ou ainda, se eventual processo ocorrer, a chance de defesa será muito maior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito comum escutarmos que o empresário tem apenas deveres, o que é uma inverdade. Saiba que as empresas também têm direitos, basta utilizá-los da forma correta para se proteger de ações trabalhistas.</span></p>
<p><b>Direitos das empresas e dos empresários</b></p>
<p><b>Poder de direção: </b><span style="font-weight: 400;">é o poder do empregador de organizar, controlar e disciplinar o trabalho, de acordo com as finalidades do seu negócio. A empresa possui uma capacidade enorme nas relações de trabalho, que é pouco ou mal usada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também vale lembrar que esse poder não é absoluto. Na verdade, a maioria dos casos de dano moral </span><span style="font-weight: 400;">é movida </span><span style="font-weight: 400;">por um ideal de soberba promovid</span><span style="font-weight: 400;">o</span><span style="font-weight: 400;"> pelo empresário ou por alguns de seus subordinados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O poder de direção dá ao empresário o atributo de definir e exigir </span><span style="font-weight: 400;">o cumprimento da</span><span style="font-weight: 400;"> jornada determinada para o trabalhador </span><span style="font-weight: 400;">em seu contrato de trabalh</span><span style="font-weight: 400;">o. Inclusive, o empregador pode punir o empregado que descumprir a imposição.</span></p>
<p><b>Regulamento interno da empresa: </b><span style="font-weight: 400;">se esse dispositivo estiver de acordo com as leis, pode ser respeitado pela Justiça do Trabalho e</span><span style="font-weight: 400;">m</span><span style="font-weight: 400;"> eventual processo trabalhista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse documento deve ser sempre elaborado por um profissional </span><span style="font-weight: 400;">da empresa, com apoio do seu jurídico, </span><span style="font-weight: 400;">de acordo com as necessidades </span><span style="font-weight: 400;">do empregador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Posteriormente, deve ser entregue uma cópia impressa para cada empregado, certificando esse recebimento para fins de comprovar futuramente </span><span style="font-weight: 400;">na J</span><span style="font-weight: 400;">ustiça de que a norma interna era conhecida pelo empregado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O empresário deve aproveitar o poder de direção para conduzir e produzir provas que favoreçam a sua própria empresa, como nos exemplos abaixo:</span></p>
<p><b>1) Gravação de áudio e vídeo como prova: </b><span style="font-weight: 400;">é sempre aconselhável que as empresas mantenham sistemas de gravação de áudio e vídeo, ou ainda, dependendo da atividade, gravações de ligações telefônicas e monitoramento de computadores. Esses sistemas possuem custos variados e podem caber no orçamento de todas as empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O monitoramento deve abranger todas as áreas do trabalho. Primeiramente, convém que tal monitoramento seja feito sob o conhecimento de todas as partes, com a inclusão de cláusulas </span><span style="font-weight: 400;">no</span><span style="font-weight: 400;"> contrato de trabalho ou no regulamento interno da empresa, além de placas de informação</span><span style="font-weight: 400;">, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em determinadas ocasiões, pode ser necessário para obter determinada prova, que seja feito de modo oculto, </span><span style="font-weight: 400;">dentro ou fora das dependências da empresa, onde se comprove a conduta irregular do trabalhador. </span></p>
<p><b>2) Demissão de mulheres &#8211; exame de gravidez: </b><span style="font-weight: 400;">a proibição de exigir exame de gravidez ocorre somente na admissão da funcionária, mas na demissão é permitido. Essa prerrogativa deve ser utilizada no caso da demissão sem justa causa e, se o resultado for positivo, a demissão é imediatamente cancelada e a empregada é reconduzida à função. Mas se o exame der negativo, é prova de que a funcionária não estava grávida no momento da demissão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como se trata de algo particular, a empregada tem o direito de recusar a fazer esse exame. Contudo, convém elaborar um termo assinado pela mesma, afirmando que foi convidada a realizar o exame e se recusou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma situação bem comum que desencadeia indenizações por dano moral é o </span><span style="font-weight: 400;">abuso do poder de direção</span><span style="font-weight: 400;">, que como escrito acima serve para fiscalizar o trabalho. O empregado</span><span style="font-weight: 400;">r</span><span style="font-weight: 400;"> não pode em nenhum momento submeter o empregado a constrangimento</span><span style="font-weight: 400;"> ilegal</span><span style="font-weight: 400;"> ou aplicar</span><span style="font-weight: 400;">-lhe</span><span style="font-weight: 400;"> uma penalidade sob pretexto de melhorar a produtividade por exemplo, </span><span style="font-weight: 400;">deve sim se apoiar na lei e afastar aqueles que prejudicam a produtividade e o bom andamento da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim</span><span style="font-weight: 400;">, o poder de direção pode </span><span style="font-weight: 400;">e deve </span><span style="font-weight: 400;">ser usado de modo positivo, oferecendo premiações e incentivo pelo cumprimento de metas de produtividade, </span><span style="font-weight: 400;">além de outras práticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale conosco através dos telefones (19) 3805-4434, Whatsapp (19) 97111-4434 ou clicando aqui: </span><a href="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fencurtador.com.br%2FCGRUY%3Ffbclid%3DIwAR2CdSN-SzrrYPWAjtXxhpA7NZJD2iNxnUvVVepuZYeYsOW3KY6mw5L9bcM&amp;h=AT0YiUx4fZKnQ39Ra-NQLR5UVxmCCXydGA9G4FuzWuV-T44zK7ArvGiJ-VWq-yLMC8O9yd138NPmWt3ay014cOGL8jHnnUO9dnorok7pD1lsW4uIbqcG6sNuwm331sjJvvM7i3F6NEhTfhEvD_QXMmKX2DlzDebCOgHId8Tsr835g95pqtHSaCOeqnlq8Z6Ik0bS5GU5g_lm-mwhp8ixZbb2iK6DBTN-RSiQKEVAlFBa8FQVuFvjBINfBOhBH4d5yaJPO_1686N7_6yKYQOePNs3C66rNBCpM9bDx7U__npjaJD888kWD1x11SkalYULXZGtUSUNegp_OE525LNlIsqxy8q-WiwIqKIh2FKf3z9jW7d-r4x8gTT053fdDFZJmOWwSW3K9jUJRezmXrhiQrPrBpokLuF_iq0ZDXtIDxp0g8fKMpuv1YcEPN9p1vzHPPOLhbP5nEfkfjdkyEG0bSxELdJglDCM-NfpYOeI22LH4zhoTnYSV2Wtj_Qi90QtHInVYsdQZnAWGD4XQeuuhqyJ8O2wiEn0buN2WY7Gsy6GPGgOIGWI9anel7r8n9RH_tPB69uAGLCfduZbMkhucB-3BzdGEuwvc91zFHFVc8-wtzVYtUOwpvz96A6tbbV2shPZ2w"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/CGRUY</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/quais-sao-os-direitos-da-empresa-na-relacao-trabalhista/">Quais são os direitos da empresa na relação trabalhista?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
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		<title>Responsabilidade por Dano Processual</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/responsabilidade-por-dano-processual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2019 14:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas recorrentes]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[Dano Processual]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[leis]]></category>
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		<title>Estou afastado pelo INSS, posso usar o convênio da empresa?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/estou-afastado-pelo-inss-posso-usar-o-convenio-da-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 13:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[leis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Jurídicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos trabalhadores que possuem plano de saúde pago pela empresa, quando se afastam por motivo de doença ou acidente de trabalho, têm o seu benefício CANCELADO. E então surge a questão: a empresa pode ou não cancelar o plano de saúde para os seus funcionários em razão de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez? Saiba que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Muitos trabalhadores que possuem plano de saúde pago pela empresa, quando se afastam por motivo de doença ou acidente de trabalho, têm o seu benefício CANCELADO. E então surge a questão: a empresa pode ou não cancelar o plano de saúde para os seus funcionários em razão de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba que em hipótese alguma isso pode acontecer! A empresa não pode cancelar o plano de saúde em razão do afastamento dos seus empregados que passam a receber auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. Tanto faz se a causa for acidentária ou causa comum.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa conduta da empresa viola o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana, pois entende-se que quando a pessoa está doente, é o momento em que ela mais precisa de amparo, do suporte do plano de saúde para tratamentos médicos, que geralmente possuem valores altos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Tribunal Superior do Trabalho editou a súmula 440, que afirma que o plano de saúde deve ser mantido em caso de afastamento por acidente ou aposentadoria por invalidez, entendendo então que ter garantido o seu plano de saúde é um direito nítido e claro do empregado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se uma empresa não cumprir essa regra, estará sujeita a pagar indenização por dano moral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale conosco através dos telefones (19) 3805-4434, Whatsapp (19) 97111-4434 ou clicando aqui: <a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR1hCSZUhJ-UBsal53bSPe15d1u6spFTzkwNdICTkdNX1KPTy-SU9I7tlVQ" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;-U&quot;}" data-lynx-mode="async" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fencurtador.com.br%2FbopzF%3Ffbclid%3DIwAR1hCSZUhJ-UBsal53bSPe15d1u6spFTzkwNdICTkdNX1KPTy-SU9I7tlVQ&amp;h=AT2nHQm0vnr44mN1-caFLGp0fHWUco3GmO8opsUXBSt_wpHqD9oq-v7myh9RPDe0YM7hCUlqgkgsRr2BNNasVbjTR5-AwlVYf7YJtqx2MHDSdObFWjVJl6DcNmb1V5GXk0W2JX8AnMbKrTJDsM8bhntPwOKXYtiKNDzsPxrbHiVuLLdaDyVDxRtFXZGnXsfkxBg3KB27T1AP49s447kEBpgOYU-pTQhOOqLMzrq58sYD7Z8hB-um1MOw6i-HiLZQ-qkNAqRKYCcXLdhKsQ6cRT2dcLUTXr4kbV2tc1SHNuylPvChyTbMdseFSfzk2aqC_vprv1n5llYOILDdBITb3R2Mz0MQk8E2cTxD-EGJ_XOqkXDTrGdXgF2aqg_eMWrD4Jn2Z-nl9bACuTpQr-Oq4Pu0GkBmTOHDrdzMS-BvxlTl_EQLR3gEWupBX5MjE2NYzBK0BaSuDyRMD6za2ARRvXRcr96TC2VTz4hL41bAki60Y1kcCWGYJNXtfpS1PRuM-PUtYt0H-vKX6QZkZQr3ZWtTLTNKwiNjiyl8xkuh6qBs2aquBHQV0zAhjrYZY7QPxPNPabC_qQLpwWTh2mrtWzuUFGZTjcwjEnauApBtwndjnDVYttDZXoRP8sRSDz9iDByY9F_7RKhchVrgXEzNXw">encurtador.com.br/bopzF</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Indenização: a empresa também tem direito?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/indenizacao-a-empresa-tambem-tem-direito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2019 13:58:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>[column width=&#8221;1/1&#8243; last=&#8221;true&#8221; title=&#8221;&#8221; title_type=&#8221;single&#8221; animation=&#8221;none&#8221; implicit=&#8221;true&#8221;] Você sabia que também é possível que um empregador processe um empregado? Sim! E isso pode ocorrer por consequência de conflitos internos entre ambas as partes, podendo tomar uma grande proporção até chegar à Justiça Trabalhista. Esse fato acaba com a lenda de que apenas o funcionário pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>[column width=&#8221;1/1&#8243; last=&#8221;true&#8221; title=&#8221;&#8221; title_type=&#8221;single&#8221; animation=&#8221;none&#8221; implicit=&#8221;true&#8221;]</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você sabia que também é possível que um empregador processe um empregado? Sim! E isso pode ocorrer por consequência de conflitos internos entre ambas as partes, podendo tomar uma grande proporção até chegar à Justiça Trabalhista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse fato acaba com a lenda de que apenas o funcionário pode vencer causas trabalhistas… Existem algumas situações em que a empresa também pode pedir indenização perante a Justiça ao funcionário:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">➡Caluniar e difamar a empresa ou seus colaboradores em mídias sociais;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">➡Danificar propositalmente equipamentos da empresa;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">➡Falsificar documentos;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">➡Manipular processos com provas falsas;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">➡Provocar assédio moral ou sexual perante colegas de trabalho;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">➡Entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Observando as situações acima, podemos perceber que qualquer situação de má fé envolvendo um funcionário em relação a empresa estará passível a um processo envolvendo indenização judicial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale conosco através dos telefones (19) 3805-4434, Whatsapp (19) 97111-4434 ou clicando aqui: <a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR1hCSZUhJ-UBsal53bSPe15d1u6spFTzkwNdICTkdNX1KPTy-SU9I7tlVQ" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;-U&quot;}" data-lynx-mode="async" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fencurtador.com.br%2FbopzF%3Ffbclid%3DIwAR1hCSZUhJ-UBsal53bSPe15d1u6spFTzkwNdICTkdNX1KPTy-SU9I7tlVQ&amp;h=AT2nHQm0vnr44mN1-caFLGp0fHWUco3GmO8opsUXBSt_wpHqD9oq-v7myh9RPDe0YM7hCUlqgkgsRr2BNNasVbjTR5-AwlVYf7YJtqx2MHDSdObFWjVJl6DcNmb1V5GXk0W2JX8AnMbKrTJDsM8bhntPwOKXYtiKNDzsPxrbHiVuLLdaDyVDxRtFXZGnXsfkxBg3KB27T1AP49s447kEBpgOYU-pTQhOOqLMzrq58sYD7Z8hB-um1MOw6i-HiLZQ-qkNAqRKYCcXLdhKsQ6cRT2dcLUTXr4kbV2tc1SHNuylPvChyTbMdseFSfzk2aqC_vprv1n5llYOILDdBITb3R2Mz0MQk8E2cTxD-EGJ_XOqkXDTrGdXgF2aqg_eMWrD4Jn2Z-nl9bACuTpQr-Oq4Pu0GkBmTOHDrdzMS-BvxlTl_EQLR3gEWupBX5MjE2NYzBK0BaSuDyRMD6za2ARRvXRcr96TC2VTz4hL41bAki60Y1kcCWGYJNXtfpS1PRuM-PUtYt0H-vKX6QZkZQr3ZWtTLTNKwiNjiyl8xkuh6qBs2aquBHQV0zAhjrYZY7QPxPNPabC_qQLpwWTh2mrtWzuUFGZTjcwjEnauApBtwndjnDVYttDZXoRP8sRSDz9iDByY9F_7RKhchVrgXEzNXw">encurtador.com.br/bopzF</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  assessoria e consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
<p>[/column]</p>
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		<item>
		<title>Senado aprova multa para quem paga salário diferente para mulher.</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/senado-aprova-multa-para-quem-paga-salario-diferente-para-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 13:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[column width=&#8221;1/1&#8243; last=&#8221;true&#8221; title=&#8221;&#8221; title_type=&#8221;single&#8221; animation=&#8221;none&#8221; implicit=&#8221;true&#8221;] Recentemente o plenário do Senado aprovou o projeto de lei que penaliza empresas que pagam salários diferentes para homens e mulheres que exercem a mesma função por motivo de sexo. De acordo com o Anuário das Mulheres Empreendedoras em Micro e Pequenas Empresas de 2014, a diferença salarial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>[column width=&#8221;1/1&#8243; last=&#8221;true&#8221; title=&#8221;&#8221; title_type=&#8221;single&#8221; animation=&#8221;none&#8221; implicit=&#8221;true&#8221;]</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente o plenário do Senado aprovou o projeto de lei que penaliza empresas que pagam salários diferentes para homens e mulheres que exercem a mesma função por motivo de sexo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o Anuário das Mulheres Empreendedoras em Micro e Pequenas Empresas de 2014, a diferença salarial entre homens e mulheres chega em média a 45% nas médias e grandes empresas e 23% nas micro empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa proposta, que ainda está em análise na Câmara dos Deputados, propõe que </span><span style="font-weight: 400;">a trabalhadora prejudicada terá direito à equiparação salarial e ao recebimento, em dobro, do valor equivalente às diferenças salariais apuradas mês a mês, sendo que cada caso deverá ser analisado em ação judicial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale conosco através dos telefones (19) 3805-4434, Whatsapp (19) 97111-4434 ou clicando aqui: <a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR1hCSZUhJ-UBsal53bSPe15d1u6spFTzkwNdICTkdNX1KPTy-SU9I7tlVQ" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;-U&quot;}" data-lynx-mode="async" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fencurtador.com.br%2FbopzF%3Ffbclid%3DIwAR1hCSZUhJ-UBsal53bSPe15d1u6spFTzkwNdICTkdNX1KPTy-SU9I7tlVQ&amp;h=AT2nHQm0vnr44mN1-caFLGp0fHWUco3GmO8opsUXBSt_wpHqD9oq-v7myh9RPDe0YM7hCUlqgkgsRr2BNNasVbjTR5-AwlVYf7YJtqx2MHDSdObFWjVJl6DcNmb1V5GXk0W2JX8AnMbKrTJDsM8bhntPwOKXYtiKNDzsPxrbHiVuLLdaDyVDxRtFXZGnXsfkxBg3KB27T1AP49s447kEBpgOYU-pTQhOOqLMzrq58sYD7Z8hB-um1MOw6i-HiLZQ-qkNAqRKYCcXLdhKsQ6cRT2dcLUTXr4kbV2tc1SHNuylPvChyTbMdseFSfzk2aqC_vprv1n5llYOILDdBITb3R2Mz0MQk8E2cTxD-EGJ_XOqkXDTrGdXgF2aqg_eMWrD4Jn2Z-nl9bACuTpQr-Oq4Pu0GkBmTOHDrdzMS-BvxlTl_EQLR3gEWupBX5MjE2NYzBK0BaSuDyRMD6za2ARRvXRcr96TC2VTz4hL41bAki60Y1kcCWGYJNXtfpS1PRuM-PUtYt0H-vKX6QZkZQr3ZWtTLTNKwiNjiyl8xkuh6qBs2aquBHQV0zAhjrYZY7QPxPNPabC_qQLpwWTh2mrtWzuUFGZTjcwjEnauApBtwndjnDVYttDZXoRP8sRSDz9iDByY9F_7RKhchVrgXEzNXw">encurtador.com.br/bopzF</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  assessoria e consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
<p>[/column]</p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/senado-aprova-multa-para-quem-paga-salario-diferente-para-mulher/">Senado aprova multa para quem paga salário diferente para mulher.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
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		<title>Pedi a conta, sou obrigado a cumprir o aviso prévio?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/pedi-a-conta-sou-obrigado-a-cumprir-o-aviso-previo/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 13:55:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>[column width=&#8221;1/1&#8243; last=&#8221;true&#8221; title=&#8221;&#8221; title_type=&#8221;single&#8221; animation=&#8221;none&#8221; implicit=&#8221;true&#8221;] Em regra, todos os direitos trabalhistas são irrenunciáveis, exceto quando for permitido pela lei e um exemplo disso é o aviso prévio que, de acordo com a súmula 276 do TST,  pode ser dispensado no caso específico a seguir. A súmula 276 do TST determina que o empregado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>[column width=&#8221;1/1&#8243; last=&#8221;true&#8221; title=&#8221;&#8221; title_type=&#8221;single&#8221; animation=&#8221;none&#8221; implicit=&#8221;true&#8221;]</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em regra, todos os direitos trabalhistas são irrenunciáveis, exceto quando for permitido pela lei e um exemplo disso é o aviso prévio que, de acordo com a súmula 276 do TST,  pode ser dispensado no caso específico a seguir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A súmula 276 do TST determina que o empregado só poderá renunciar a esse direito quando ele comprovar para o seu empregador a obtenção de um novo emprego. Caso contrário, o empregado deverá cumprir o aviso prévio obrigatoriamente, estando sujeito </span><span style="font-weight: 400;">a</span><span style="font-weight: 400;"> descontos correspondentes ao aviso prévio em sua rescisão </span><span style="font-weight: 400;">se não cumpri-lo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem dois tipos de aviso prévio</span><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> o aviso trabalhado, que como já diz o nome </span><span style="font-weight: 400;">o funcionário continua trabalhando </span><span style="font-weight: 400;">mesmo estando em aviso prévio, com a possibilidade de reduzir duas horas diárias </span><span style="font-weight: 400;">na jornada de trabalho</span><span style="font-weight: 400;"> ou trabalhar as 8 horas normalmente, tirando a última semana do aviso</span><span style="font-weight: 400;">;</span><span style="font-weight: 400;"> e o aviso indenizado, quando o </span><span style="font-weight: 400;">funcionário deixa de trabalhar </span><span style="font-weight: 400;">imediatamente </span><span style="font-weight: 400;">e recebe</span><span style="font-weight: 400;"> as verbas rescisórias </span><span style="font-weight: 400;">dentro de um prazo de 10 dias</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale conosco através dos telefones (19) 3805-4434, Whatsapp (19) 97111-4434 ou clicando aqui: <a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR1hCSZUhJ-UBsal53bSPe15d1u6spFTzkwNdICTkdNX1KPTy-SU9I7tlVQ" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;-U&quot;}" data-lynx-mode="async" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fencurtador.com.br%2FbopzF%3Ffbclid%3DIwAR1hCSZUhJ-UBsal53bSPe15d1u6spFTzkwNdICTkdNX1KPTy-SU9I7tlVQ&amp;h=AT2nHQm0vnr44mN1-caFLGp0fHWUco3GmO8opsUXBSt_wpHqD9oq-v7myh9RPDe0YM7hCUlqgkgsRr2BNNasVbjTR5-AwlVYf7YJtqx2MHDSdObFWjVJl6DcNmb1V5GXk0W2JX8AnMbKrTJDsM8bhntPwOKXYtiKNDzsPxrbHiVuLLdaDyVDxRtFXZGnXsfkxBg3KB27T1AP49s447kEBpgOYU-pTQhOOqLMzrq58sYD7Z8hB-um1MOw6i-HiLZQ-qkNAqRKYCcXLdhKsQ6cRT2dcLUTXr4kbV2tc1SHNuylPvChyTbMdseFSfzk2aqC_vprv1n5llYOILDdBITb3R2Mz0MQk8E2cTxD-EGJ_XOqkXDTrGdXgF2aqg_eMWrD4Jn2Z-nl9bACuTpQr-Oq4Pu0GkBmTOHDrdzMS-BvxlTl_EQLR3gEWupBX5MjE2NYzBK0BaSuDyRMD6za2ARRvXRcr96TC2VTz4hL41bAki60Y1kcCWGYJNXtfpS1PRuM-PUtYt0H-vKX6QZkZQr3ZWtTLTNKwiNjiyl8xkuh6qBs2aquBHQV0zAhjrYZY7QPxPNPabC_qQLpwWTh2mrtWzuUFGZTjcwjEnauApBtwndjnDVYttDZXoRP8sRSDz9iDByY9F_7RKhchVrgXEzNXw">encurtador.com.br/bopzF</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na </span><span style="font-weight: 400;">a</span><span style="font-weight: 400;">ssessoria e </span><span style="font-weight: 400;">c</span><span style="font-weight: 400;">onsultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
<p>[/column]</p>
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