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	<title>Arquivos Empresa - Nogueira e Tognin</title>
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	<description>Advogados Associados desde 1995</description>
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	<title>Arquivos Empresa - Nogueira e Tognin</title>
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		<title>As novas regras de licença-maternidade e as empresas</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/as-novas-regras-de-licenca-maternidade-e-as-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 19:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[beneficiária]]></category>
		<category><![CDATA[benefício]]></category>
		<category><![CDATA[decisão do STF]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[nascimento da criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As novas regras de licença-maternidade definidas pelo STF ditam que o afastamento passa a contar a partir da data da alta da mãe ou do bebê, o que acontecer por último. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De acordo com a decisão por unanimidade do Supremo Tribunal Federal (STF), a <strong>licença-maternidade</strong> passará a contar a partir da data da alta da mãe ou do bebê (o que acontecer por último). Por consequência, o pagamento do <strong>salário-maternidade</strong> pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) segue a mesma condição.&nbsp;</p>



<p>A decisão foi tomada em outubro de 2022 no julgamento de mérito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6327, onde foi tornada definitiva a liminar concedida pelo relator, ministro Edson Fachin, referendada pelo Plenário em abril do mesmo ano.</p>



<p>A respectiva Ação Direta de Inconstitucionalidade foi proposta pelo partido Solidariedade no ano de 2020, sendo solicitado que o STF interpretasse, de forma harmônica, os seguintes dispositivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>parágrafo 1º do artigo 392 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina o afastamento da mãe entre o 28º dia antes do parto até a data de nascimento da criança; e</li>



<li>artigo 71 da Lei 8.213/1991, que determina os termos do pagamento do salário-maternidade.</li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A alteração da licença-maternidade traz benefícios</strong></h2>



<p>A decisão favorece, principalmente, casos em que acontecem internações longas da mãe por complicações no parto ou do bebê quando nasce prematuro, por exemplo. O partido autor da ação defende uma interpretação da lei de forma mais próxima à realidade e, consequentemente, assegura mais proteção à relação mãe e filho, em um momento em que ambos precisam de proximidade para criar vínculos.&nbsp;</p>



<p>Têm direito à nova condição do benefício todas as mulheres que possuem contrato de trabalho em regime de CLT.&nbsp;</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: </strong><a href="https://www.ntadvogados.com.br/trabalho-remoto-o-funcionario-tem-direito-ao-atestado-medico/"><strong>Trabalho remoto: o funcionário tem direito ao atestado m</strong></a><strong><a href="https://www.ntadvogados.com.br/trabalho-remoto-o-funcionario-tem-direito-ao-atestado-medico/">édico</a>?&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda para a empresa?</strong></h2>



<p>Do ponto de vista legal, pode-se dizer que nada muda nas obrigações do empregador relacionadas às novas regras de licença-maternidade e salário-maternidade.&nbsp;</p>



<p>O entendimento do relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6327 foi de que tanto o benefício como sua fonte de pagamento já existem, ou seja, na CLT já está previsto o período de afastamento legalmente concedido e pago pelas empresas, posteriormente compensado nas contribuições que seriam vertidas pelas empresas ao INSS. Dessa forma, a única diferença que essa decisão trás para as empresas é nas datas de início e de término do benefício de licença-maternidade.</p>



<p>Entretanto, do lado da beneficiária, ou seja, da colaboradora que acabou de dar à luz, será necessária a apresentação de documentação comprobatória para a alteração nas datas. Sendo que, no caso de prolongamento de internação da mãe, ela deverá entregar ao departamento de Recursos Humanos da empresa o atestado médico em seu nome. Já no caso do recém-nascido ficar mais tempo que o previsto em ambiente hospitalar, a jurisprudência entende que o papel da mãe é de acompanhante, de acordo com o previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Assim, ela também deve encaminhar ao RH documentos que justifiquem seu afastamento.</p>



<p><strong>Como podemos te ajudar</strong></p>



<p>Como está o entendimento do seu RH sobre as novas regras de licença-maternidade? Entender a lei é o ponto de partida para reduzir ações trabalhistas contra sua empresa. O escritório Nogueira e Tognin é especializado em <a href="https://www.ntadvogados.com.br/areas-de-atuacao/direito-trabalhista-e-sindical/tuacao/direito-empresarial/">Direito do Trabalho</a> com aspectos voltados ao Direito Previdenciário, para apoiá-lo nessas situações.&nbsp;<br><a href="https://www.ntadvogados.com.br/contato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Entre em contato conosco e tenha a orientação de um especialista para a sua empresa!</a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="728" height="90" src="https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2022/07/image1.jpg" alt="contato_nogueira_e_tognin" class="wp-image-12755" srcset="https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2022/07/image1.jpg 728w, https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2022/07/image1-300x37.jpg 300w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></figure>
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		<item>
		<title>O que todo empregador e empregado deve saber sobre dano moral?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/o-que-todo-empregador-e-empregado-deve-saber-sobre-dano-moral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 17:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Constrangimento no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Dano Moral no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Empregado]]></category>
		<category><![CDATA[Empregador]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
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		<category><![CDATA[leis]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Dano Moral” é um tema que envolve muita polêmica no ambiente profissional. Tanto o empregador quanto o empregado possuem muitas dúvidas para entender quais características realmente se enquadram nesta conduta, que pode colocar em risco uma relação de trabalho. O dano moral pode acontecer de baixo para cima, ou seja, quando o empregado causa dano [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“Dano Moral” é um tema que envolve muita polêmica no ambiente profissional. Tanto o empregador quanto o empregado possuem muitas dúvidas para entender quais características realmente se enquadram nesta conduta, que pode colocar em risco uma relação de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dano moral pode acontecer de baixo para cima, ou seja, quando o empregado causa dano moral contra o empregador, devendo indenizá-lo, e também, o mais comum, de cima para baixo, quando o empregador causa dano moral contra o empregado, devendo indenizá-lo, sendo que neste caso pode ser individual ou coletivo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>A EMPRESA PODE SER VÍTIMA DE DANO MORAL?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, embora alguns empregadores não saibam, eles também podem ser vítimas de dano moral praticado pelo empregado ou ex-empregado contra sua empresa ou sua pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, se o empregador sofrer perante a sociedade lesão à sua imagem, à sua honra objetiva, ao seu nome, à sua privacidade, aos seus segredos empresariais, aos seus atributos, ou a qualquer outro parâmetro de lesão não patrimonial, esta lesão pode atingir a pessoa jurídica e configurar dano moral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa possui um nome, uma marca, um conceito social que precisa zelar, portanto se o empregado lesar sua imagem, pode prejudicar sua reputação, sua posição social ou de mercado, bem como sua vida perante toda a sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, se o empregador for vítima de dano moral praticado pelo empregado, pode demiti-lo por justa causa e ainda buscar na Justiça do Trabalho uma indenização pelos danos sofridos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>O EMPREGADO PODE SER VÍTIMA DE DANO MORAL?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim e já é de conhecimento público que o dano moral se caracteriza pela ofensa ao bem estar do indivíduo, ferindo sua honra, caráter, imagem ou intimidade, assim como pela ofensa aos seus sentimentos ou ao seu equilíbrio psíquico e espiritual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao identificar o dano moral, o trabalhador poderá pleitear indenização, além de aplicar a rescisão indireta no seu contrato de trabalho (justa causa do empregador).</span></p>
<p><b>Quais são os casos mais comuns de dano moral?</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Acidente de trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Assédio moral ou assédio sexual;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Invasão de privacidade, como instalar câmeras no interior dos banheiros ou instalar programas para vigiar os computadores dos empregados sem avisar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Revistas íntimas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Anotação de um valor inferior ao realmente pago na Carteira de Trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Piadas difamatórias, principalmente referentes a aparência do funcionário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Atos de  </span><span style="font-weight: 400;">coação, injúria, calúnia, difamação,</span><span style="font-weight: 400;">contra o empregador ou empregado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Terrorismo psicológico, degradação das condições de trabalho, rigor excessivo, isolamento do trabalhador.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Há ainda muitas outras ações ou omissões que podem atingir o empregado ou o empregador, causando danos suscetíveis de serem reparados com indenização.</span></p>
<p><b>Como comprovar o dano moral?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Provar a ocorrência de dano moral pode ser bem complicado, mas sempre existe uma saída. Inicialmente é preciso analisar cuidadosamente o acontecido para averiguar se realmente houve dano moral. Se for o caso, há diversos meios para comprovar, seja através de testemunhas, </span><span style="font-weight: 400;">redes sociais,</span><span style="font-weight: 400;"> mensagens, gravações de vídeo, de áudio ou até mesmo por fotos.</span></p>
<p><b>O que não pode ser caracterizado como dano moral?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não constitui dano moral os simples dissabores, aborrecimentos e pequenas ofensas, bem como o pequeno incômodo ou, ainda que grave, o comportamento lícito do agente. Efetuar </span><span style="font-weight: 400;">desconto no salário por faltas não justificadas, aplicar advertência</span><span style="font-weight: 400;">s</span><span style="font-weight: 400;"> por erros cometidos pelo empregado ou até mesmo chamar </span><span style="font-weight: 400;">sua</span><span style="font-weight: 400;"> atenção por uma eventual falha não </span><span style="font-weight: 400;">configuram</span><span style="font-weight: 400;"> dano moral, </span><span style="font-weight: 400;">portanto não são passíveis de indenização.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dano moral, na maioria das vezes, aparece em alguma conduta abusiva, que remeta ao constrangimento efetivo do empregado ou do empregador, causando prejuízos emocionais ou éticos e morais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É de extrema importância qualquer empresário ou empregador se atentar para os critérios de configuração do dano moral, para evitar possíveis problemas em sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre dano moral? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
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		<item>
		<title>Como funciona a indenização por acidente ou doenças ocupacionais?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/indenizacao-por-acidente-ou-doencas-ocupacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 16:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trajeto]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Ocupacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Empresário]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o Ministério do Trabalho, quase 800 mil trabalhadores se acidentam anualmente no Brasil, sendo feitos aproximadamente 2 mil registros de acidentes por dia. Com isso, se o empregado que se acidentar no ambiente de trabalho, pode ser o caso de pleitear indenização na Justiça decorrente de acidente de trajeto, acidente típico ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o Ministério do Trabalho, quase 800 mil trabalhadores se acidentam anualmente no Brasil, sendo feitos aproximadamente 2 mil registros de acidentes por dia. Com isso, se o empregado que se acidentar no ambiente de trabalho, pode ser o caso de </span><span style="font-weight: 400;">pleitear</span><span style="font-weight: 400;"> indenização </span><span style="font-weight: 400;">na Justiça decorrente de</span><span style="font-weight: 400;"> acidente de trajeto, acidente típico ou doenças ocupacionais </span><span style="font-weight: 400;">equiparadas a acidente de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Perante a Constituição Federal, o empregador deve pagar a indenização de forma obrigatória nos casos em que </span><span style="font-weight: 400;">tiver</span><span style="font-weight: 400;"> culpa ou </span><span style="font-weight: 400;">quando</span><span style="font-weight: 400;"> o empregador tem ciência de que a atividade </span><span style="font-weight: 400;">empresarial é de grande risco e </span><span style="font-weight: 400;">pode gerar um acidente</span><span style="font-weight: 400;">.</span> <span style="font-weight: 400;">Vale esclarecer que</span><span style="font-weight: 400;"> atitude </span><span style="font-weight: 400;">culposa </span><span style="font-weight: 400;">é quando o empregador age com negligência, imprudência ou imperícia, sabendo do risco de o acidente ocorrer, </span><span style="font-weight: 400;">mas </span><span style="font-weight: 400;">mesmo assim não </span><span style="font-weight: 400;">o</span><span style="font-weight: 400;"> previne </span><span style="font-weight: 400;">ou não faz nada para tentar impedir que ocorra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda a diferença entre os três tipos de acidentes:</span></p>
<p><b><i>Acidente de trajeto</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acontece quando o empregado sofre um acidente no caminho de sua residência para</span><span style="font-weight: 400;"> o trabalho ou vice-versa</span><span style="font-weight: 400;">, independente</span><span style="font-weight: 400;">mente</span><span style="font-weight: 400;"> do meio de transporte </span><span style="font-weight: 400;">utilizado</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b><i>Acidente típico</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ocorre</span><span style="font-weight: 400;"> quando o trabalhador está exercendo sua atividade profissional, mesmo que não seja em seu local de trabalho. Com isso, o acidente pode causar uma grave lesão corporal que apresente risco à vida do funcionário ou </span><span style="font-weight: 400;">resulte em</span><span style="font-weight: 400;"> redução da capacidade laboral do </span><span style="font-weight: 400;">acidentado.</span></p>
<p><b><i>Doenças ocupacionais</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São todas as doenças </span><span style="font-weight: 400;">decorrentes </span><span style="font-weight: 400;">do trabalho, adquiridas ou </span><span style="font-weight: 400;">agravadas</span><span style="font-weight: 400;"> pelas condições em que o trabalhador exerce suas atividades,</span><span style="font-weight: 400;"> ficando</span><span style="font-weight: 400;"> exposto a danos, como por exemplo a LER (lesão por esforço repetitivo), que é um dos casos mais recorrentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A indenização surge quando o trabalhador ingressa com uma ação trabalhista na Justiça alegando danos morais e materiais decorrentes do acidente, sendo que se ficar caracterizada a culpa da empresa no acidente, esta será condenada em pagar indenização na forma da sentença, sendo mais comum:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"> o dano moral ser arbitrado pelo juiz levando em conta as condições em que ocorreu o acidente ou a doença profissional; e</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">o dano material ser determinado levando em conta o percentual de redução da capacidade laborativa que teve o empregado acidentado, ou seja, qual foi o tamanho de sua perda de condições de trabalhar, podendo variar de 1% a 100% do seu salário, que é normalmente determinado por um perito médico judicial ou do INSS.  </span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/indenizacao-por-acidente-ou-doencas-ocupacionais/">Como funciona a indenização por acidente ou doenças ocupacionais?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
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		<item>
		<title>Principais pontos da Lei da Terceirização</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/principais-pontos-da-lei-da-terceirizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 17:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Empresário]]></category>
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		<category><![CDATA[leis]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em março de 2017, passou a vigorar a Lei nº 13.429/2017, que alterou os dispositivos sobre a terceirização e em novembro de 2017 passou a vigorar a famosa Reforma Trabalhista, trazendo diversas mudanças e possibilidades, o que gerou muitas dúvidas para as empresas e os funcionários. A principal questão é: foi vetada a possibilidade de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em março de 2017, passou a vigorar a Lei nº 13.429/2017, que alterou os dispositivos sobre a terceirização e em novembro de 2017 passou a vigorar a famosa Reforma Trabalhista, trazendo diversas mudanças e possibilidades, o que gerou muitas dúvidas para as empresas e os funcionários. A principal questão é: foi vetada a possibilidade de terceirizar qualquer área da empresa? </span></p>
<p><b>Como funcionava a terceirização antes das alterações da lei?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Anteriormente não era possível terceirizar a atividade fim (vinculada à finalidade da atividade empresarial), somente era permitida a terceirização de atividades meio e acessórias da empresa, como limpeza, conservação ou vigilância, isto é, atividades consideradas alheias à principal. </span></p>
<p><b>Como ficou a terceirização após a Reforma Trabalhista?</b></p>
<p>Desde novembro de 2017 toda e qualquer atividade da empresa pode ser terceirizada, inclusive nas áreas ligadas às atividades fim da empresa.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, não há atividade proibida ou área vetada de ser terceirizada, contudo o que gera muitas dúvidas ainda é quando uma terceirização é legítima ou ilegítima/ilegal, sendo que no segundo caso gera a descaracterização do contrato de terceirização, configurando vínculo empregatício direto entre o prestador de serviços e a empresa contratante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceirização legítima é aquela em que o contratante não tem poder de mando nem de direção nas atividades do terceirizado, ou seja, não há ingerência direta do contratante com o terceirizado e, assim, não há subordinação jurídica entre as partes, além de outros requisitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma genérica, a terceirização ilegítima é aquela em que o contratante tem o poder de mando, de direção e de fiscalização dos trabalhos realizados pelo terceiro, estando presente a subordinação jurídica. Assim, analisando as condições de fato, verifica-se que não se trata de prestador terceirizado, mas sim de verdadeiro empregado, que embora trabalhe sob o regime de um contrato de terceirização e recebe remuneração mediante emissão de nota fiscal, o contrato é considerado nulo, pois trata-se de uma terceirização ilegal, que vai contra os requisitos da lei.</span></p>
<p><b>Quais são os direitos de um trabalhador terceirizado?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CLT prevê ao trabalhador terceirizado os mesmos direitos de um trabalhador convencional. O contratante deve ter como responsabilidade principal oferecer as condições básicas de trabalho para o empregado, desde segurança à higiene, mesmo se a atividade não for realizada no ambiente interno da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, não é de responsabilidade da empresa custear benefícios, como plano de saúde, vale transporte, vale refeição, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova Lei da Terceirização ainda propôs modificações para os trabalhos temporários, que antes tinham um contrato </span><span style="font-weight: 400;">com prazo máximo </span><span style="font-weight: 400;">de 90 dias, passando </span><span style="font-weight: 400;">desde então</span><span style="font-weight: 400;"> para 180 dias</span><span style="font-weight: 400;">, consecutivos ou não, passíveis de prorrogação por mais 90 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
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		<title>Quais são os direitos da empresa na relação trabalhista?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/quais-sao-os-direitos-da-empresa-na-relacao-trabalhista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2019 15:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Empresários]]></category>
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		<category><![CDATA[Processo trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Relação Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como uma empresa pode reduzir o risco de receber reclamações trabalhistas de seus funcionários? Muitas empresas caem nas mesmas armadilhas e cometem os mesmos erros que geram consequências prejudiciais na relação trabalhista Sabemos que as reclamações na Justiça do Trabalho são uma fonte inestimável de perda de dinheiro, até as grandes empresas reservam milhões de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Como uma empresa pode reduzir o risco de receber reclamações trabalhistas de seus funcionários? Muitas empresas caem nas mesmas armadilhas e cometem os mesmos erros que geram consequências prejudiciais na relação trabalhista</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que as reclamações na Justiça do Trabalho são uma fonte inestimável de perda de dinheiro, até as grandes empresas reservam milhões de reais anualmente somente para o pagamento de condenações trabalhistas. Com isso, as pequenas e médias empresas são as que mais sofrem por não terem reserva financeira para arcar com os processos judiciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, o resultado dos processos trabalhistas se baseiam em princípios legais que favorecem apenas o trabalhador, e não a empresa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, devido a desigualdade do Brasil, alguns juízes tendem a se preocupar em fazer justiça social e, com isso, não analisam corretamente a defesa da empresa. Assim,</span> <b><i>quando </i></b><b><i>os empresários decidem investir em prevenção, </i></b><b><i>suas</i></b><b><i> chances de evitar processos trabalhistas aumentam consideravelmente</i></b><span style="font-weight: 400;">. Ou ainda, se eventual processo ocorrer, a chance de defesa será muito maior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito comum escutarmos que o empresário tem apenas deveres, o que é uma inverdade. Saiba que as empresas também têm direitos, basta utilizá-los da forma correta para se proteger de ações trabalhistas.</span></p>
<p><b>Direitos das empresas e dos empresários</b></p>
<p><b>Poder de direção: </b><span style="font-weight: 400;">é o poder do empregador de organizar, controlar e disciplinar o trabalho, de acordo com as finalidades do seu negócio. A empresa possui uma capacidade enorme nas relações de trabalho, que é pouco ou mal usada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também vale lembrar que esse poder não é absoluto. Na verdade, a maioria dos casos de dano moral </span><span style="font-weight: 400;">é movida </span><span style="font-weight: 400;">por um ideal de soberba promovid</span><span style="font-weight: 400;">o</span><span style="font-weight: 400;"> pelo empresário ou por alguns de seus subordinados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O poder de direção dá ao empresário o atributo de definir e exigir </span><span style="font-weight: 400;">o cumprimento da</span><span style="font-weight: 400;"> jornada determinada para o trabalhador </span><span style="font-weight: 400;">em seu contrato de trabalh</span><span style="font-weight: 400;">o. Inclusive, o empregador pode punir o empregado que descumprir a imposição.</span></p>
<p><b>Regulamento interno da empresa: </b><span style="font-weight: 400;">se esse dispositivo estiver de acordo com as leis, pode ser respeitado pela Justiça do Trabalho e</span><span style="font-weight: 400;">m</span><span style="font-weight: 400;"> eventual processo trabalhista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse documento deve ser sempre elaborado por um profissional </span><span style="font-weight: 400;">da empresa, com apoio do seu jurídico, </span><span style="font-weight: 400;">de acordo com as necessidades </span><span style="font-weight: 400;">do empregador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Posteriormente, deve ser entregue uma cópia impressa para cada empregado, certificando esse recebimento para fins de comprovar futuramente </span><span style="font-weight: 400;">na J</span><span style="font-weight: 400;">ustiça de que a norma interna era conhecida pelo empregado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O empresário deve aproveitar o poder de direção para conduzir e produzir provas que favoreçam a sua própria empresa, como nos exemplos abaixo:</span></p>
<p><b>1) Gravação de áudio e vídeo como prova: </b><span style="font-weight: 400;">é sempre aconselhável que as empresas mantenham sistemas de gravação de áudio e vídeo, ou ainda, dependendo da atividade, gravações de ligações telefônicas e monitoramento de computadores. Esses sistemas possuem custos variados e podem caber no orçamento de todas as empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O monitoramento deve abranger todas as áreas do trabalho. Primeiramente, convém que tal monitoramento seja feito sob o conhecimento de todas as partes, com a inclusão de cláusulas </span><span style="font-weight: 400;">no</span><span style="font-weight: 400;"> contrato de trabalho ou no regulamento interno da empresa, além de placas de informação</span><span style="font-weight: 400;">, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em determinadas ocasiões, pode ser necessário para obter determinada prova, que seja feito de modo oculto, </span><span style="font-weight: 400;">dentro ou fora das dependências da empresa, onde se comprove a conduta irregular do trabalhador. </span></p>
<p><b>2) Demissão de mulheres &#8211; exame de gravidez: </b><span style="font-weight: 400;">a proibição de exigir exame de gravidez ocorre somente na admissão da funcionária, mas na demissão é permitido. Essa prerrogativa deve ser utilizada no caso da demissão sem justa causa e, se o resultado for positivo, a demissão é imediatamente cancelada e a empregada é reconduzida à função. Mas se o exame der negativo, é prova de que a funcionária não estava grávida no momento da demissão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como se trata de algo particular, a empregada tem o direito de recusar a fazer esse exame. Contudo, convém elaborar um termo assinado pela mesma, afirmando que foi convidada a realizar o exame e se recusou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma situação bem comum que desencadeia indenizações por dano moral é o </span><span style="font-weight: 400;">abuso do poder de direção</span><span style="font-weight: 400;">, que como escrito acima serve para fiscalizar o trabalho. O empregado</span><span style="font-weight: 400;">r</span><span style="font-weight: 400;"> não pode em nenhum momento submeter o empregado a constrangimento</span><span style="font-weight: 400;"> ilegal</span><span style="font-weight: 400;"> ou aplicar</span><span style="font-weight: 400;">-lhe</span><span style="font-weight: 400;"> uma penalidade sob pretexto de melhorar a produtividade por exemplo, </span><span style="font-weight: 400;">deve sim se apoiar na lei e afastar aqueles que prejudicam a produtividade e o bom andamento da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim</span><span style="font-weight: 400;">, o poder de direção pode </span><span style="font-weight: 400;">e deve </span><span style="font-weight: 400;">ser usado de modo positivo, oferecendo premiações e incentivo pelo cumprimento de metas de produtividade, </span><span style="font-weight: 400;">além de outras práticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale conosco através dos telefones (19) 3805-4434, Whatsapp (19) 97111-4434 ou clicando aqui: </span><a href="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fencurtador.com.br%2FCGRUY%3Ffbclid%3DIwAR2CdSN-SzrrYPWAjtXxhpA7NZJD2iNxnUvVVepuZYeYsOW3KY6mw5L9bcM&amp;h=AT0YiUx4fZKnQ39Ra-NQLR5UVxmCCXydGA9G4FuzWuV-T44zK7ArvGiJ-VWq-yLMC8O9yd138NPmWt3ay014cOGL8jHnnUO9dnorok7pD1lsW4uIbqcG6sNuwm331sjJvvM7i3F6NEhTfhEvD_QXMmKX2DlzDebCOgHId8Tsr835g95pqtHSaCOeqnlq8Z6Ik0bS5GU5g_lm-mwhp8ixZbb2iK6DBTN-RSiQKEVAlFBa8FQVuFvjBINfBOhBH4d5yaJPO_1686N7_6yKYQOePNs3C66rNBCpM9bDx7U__npjaJD888kWD1x11SkalYULXZGtUSUNegp_OE525LNlIsqxy8q-WiwIqKIh2FKf3z9jW7d-r4x8gTT053fdDFZJmOWwSW3K9jUJRezmXrhiQrPrBpokLuF_iq0ZDXtIDxp0g8fKMpuv1YcEPN9p1vzHPPOLhbP5nEfkfjdkyEG0bSxELdJglDCM-NfpYOeI22LH4zhoTnYSV2Wtj_Qi90QtHInVYsdQZnAWGD4XQeuuhqyJ8O2wiEn0buN2WY7Gsy6GPGgOIGWI9anel7r8n9RH_tPB69uAGLCfduZbMkhucB-3BzdGEuwvc91zFHFVc8-wtzVYtUOwpvz96A6tbbV2shPZ2w"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/CGRUY</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
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		<title>Quais são os critérios de uma demissão por justa causa?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/quais-sao-os-criterios-de-uma-demissao-por-justa-causa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2019 14:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão Por Justa Causa]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Leis Trabalhistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[column width=&#8221;1/1&#8243; last=&#8221;true&#8221; title=&#8221;&#8221; title_type=&#8221;single&#8221; animation=&#8221;none&#8221; implicit=&#8221;true&#8221;] Um assunto muito recorrente entre os trabalhadores é a temida demissão por justa causa. Para um empregador demitir um empregado por justa causa, não basta presumir que possui motivos para o demitir, pois apesar de o empregador ser detentor do poder diretivo, ele não é ilimitado. Dessa forma, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>[column width=&#8221;1/1&#8243; last=&#8221;true&#8221; title=&#8221;&#8221; title_type=&#8221;single&#8221; animation=&#8221;none&#8221; implicit=&#8221;true&#8221;]</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um assunto muito recorrente entre os trabalhadores é a temida demissão por justa causa. Para um empregador demitir um empregado por justa causa, não basta presumir que possui motivos para o demitir, pois apesar de o empregador ser detentor do poder diretivo, ele não é ilimitado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, o empregador deve seguir uma série de requisitos para que a justa causa seja considerada válida. </span></p>
<ul>
<li><b>Taxatividade: <span style="font-weight: 400;">de forma que a falta cometida pelo empregado deve estar prevista no art. 482 da CLT para a demissão ser válida;</span></b></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Imediaticidade</strong>: <span style="font-weight: 400;">não pode haver um transcurso de tempo muito grande entre a falta cometida pelo empregado e a penalidade a ser aplicada pelo empregador;</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Proporcionalidade:</strong> <span style="font-weight: 400;">o empregador deve analisar o contexto em que foi cometida essa falta, as repercussões que essa falta trouxe ao trabalho e se essa falta cometida realmente irá impossibilitar o vínculo empregatício;</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Singularidade da punição:</strong> <span style="font-weight: 400;">o empregador não poderá aplicar mais de uma penalidade para a mesma falta cometida;</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Não discriminação:</strong> <span style="font-weight: 400;">o empregador não poderá aplicar penas diversas para os mesmos empregados envolvidos na falta.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, antes de demitir o empregado por justa causa, o empregador deve observar todos esses requisitos, pois eles são cumulativos para validar a conduta para que ela não seja anulada futuramente ou mesmo revertida na Justiça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale conosco através dos telefones (19) 3805-4434, Whatsapp (19) 97111-4434 ou clicando aqui: </span><a href="http://encurtador.com.br/hmxBC"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/hmxBC</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
<p>[/column]</p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/quais-sao-os-criterios-de-uma-demissao-por-justa-causa/">Quais são os critérios de uma demissão por justa causa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
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