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	<title>Arquivos PIS/COFINS - Nogueira e Tognin</title>
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	<description>Advogados Associados desde 1995</description>
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	<title>Arquivos PIS/COFINS - Nogueira e Tognin</title>
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		<title>Conheça o novo conceito de insumos – PIS/COFINS</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/pis-e-cofins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 16:23:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[novo conceito de insumo]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[regimes tributários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As contribuições para o PIS/COFINS são tributos impostos pela União, a fim de assegurar o custeio da seguridade social. Assim, as empresas estão obrigadas ao seu pagamento mediante a aplicação de um percentual sobre a sua receita.  Por conseguinte, a União possibilitou ao contribuinte duas opções de regime de tributação das contribuições: o regime cumulativo [&#8230;]</p>
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<p>As contribuições para o <a href="https://www.ntadvogados.com.br/pis-e-cofins-que-empresas-devem-recolher/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PIS/COFINS</a> são tributos impostos pela União, a fim de assegurar o custeio da seguridade social. Assim, as empresas estão obrigadas ao seu pagamento mediante a aplicação de um percentual sobre a sua receita. </p>



<p>Por conseguinte, a União possibilitou ao contribuinte duas opções de regime de tributação das contribuições: o regime cumulativo e o regime não cumulativo, conforme a seguir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Regime cumulativo</strong></h2>



<p>Com aplicação de uma alíquota de 3,65% sobre a receita mensal. Neste caso, o contribuinte pagará o valor obtido sem a possibilidade de deduzir eventuais despesas decorrentes da atividade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Regime não cumulativo&nbsp;</strong></h2>



<p>A empresa pagará o valor de 9,25% sobre a receita, com a possibilidade de deduzir o mesmo percentual nas entradas de insumos utilizados na produção, resultando em um valor menor a pagar após a sua apuração.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Finalidade</strong></h3>



<p>Destaca-se que a arrecadação dessas contribuições tem destino específico, sendo que o PIS foi criado para <strong>custear o abono salarial e o </strong><a href="https://www.ntadvogados.com.br/quem-tem-direito-ao-seguro-desemprego/">seguro-desemprego</a>, enquanto a COFINS<strong> financia programas assistenciais do governo federal.&nbsp;</strong></p>



<p>Dessa forma, essas contribuições são muito importantes para o desenvolvimento social e a redução da desigualdade social.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O novo conceito de insumo</strong></h2>



<p>Tendo em vista que as contribuições para o PIS/COFINS também podem ser apuradas pelo regime não cumulativo, o contribuinte tem que ficar atento aos insumos utilizados na sua atividade para evitar um pagamento maior das contribuições.</p>



<p>A Receita Federal já limitou o conceito de insumo para fins de aproveitamento do crédito de PIS/COFINS, contudo o STJ &#8211; no julgamento do <strong>Resp 1.221.170/PR &#8211;</strong>,&nbsp; afirmou que <strong>insumos são produtos e serviços que refletem a essencialidade ou relevância na produção e venda de bens ou prestação de serviços.</strong></p>



<p>A ampliação do conceito trouxe alívio para os contribuintes que hoje podem aproveitar o crédito de <strong>9,25%</strong> em diversas situações, desde que seja essencial ou relevante para a atividade empresarial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O crédito para indústrias</strong></h2>



<p>Destaca-se que para a indústria a ampliação do conceito pelo STJ trouxe uma significativa justiça fiscal.</p>



<p>A atividade industrial envolve muitas etapas essenciais para a produção, com custos significativos que impactam diretamente no preço final do produto e, <a href="https://www.ntadvogados.com.br/aproveitamento-de-creditos-de-pis-e-cofins-apos-o-julgamento-do-stf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">após a decisão do STJ</a>, muitos dos insumos são passíveis de aproveitamento do crédito no importe de 9,25%.</p>



<p>Um exemplo típico é a necessidade de a indústria ser obrigada a obter licença de operação pelos órgãos ambientais, o custo é bastante significativo e antes da decisão do STJ havia dúvidas sobre a possibilidade de aproveitar o percentual de 9,25% sobre tais despesas.</p>



<p>Atualmente não há dúvidas! O valor deve ser objeto de aproveitamento do crédito na apuração das contribuições para o PIS/COFINS, entre tantas outras oportunidades!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conte conosco!</strong></h3>



<p>Sua empresa está atenta aos custos que podem ser objeto de compensação, a fim de reduzir o PIS/COFINS? O <strong>Nogueira e Tognin</strong> pode auxiliar com a análise dos custos inerentes à atividade e a possibilidade de redução do encargo tributário.</p>



<p><a href="https://www.ntadvogados.com.br/contato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" width="585" height="76" src="https://lh3.googleusercontent.com/EKXYNQf3XpPgX9A_J9ZAkJvA7B1wARtVvg2nqbCUjNxgtsumV9m-PUinc1Rb1cjTc4ZIeRIjSKvU5766jn4RDhWl3aPInM130N4qWuCX4nRbHhOQPmPGZlfJeCBn1T1Rm6sz0tUqCN5T"></a></p>
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		<title>Você sabia que é possível compensar créditos e débitos previdenciários com outros tributos federais e vice-versa?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/voce-sabia-que-e-possivel-compensar-creditos-e-debitos-previdenciarios-com-outros-tributos-federais-e-vice-versa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2020 13:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuições Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[IPI]]></category>
		<category><![CDATA[IRPJ]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[Previdenciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É comum alguns contribuintes terem créditos tributários acumulados, seja em razão de pagamentos indevidos ou a maior, ou mesmo quando após a apuração de tributos não-cumulativos (ICMS, IPI, PIS/COFINS) resultar em saldo credor. Apenas a título de esclarecimento, os tributos considerados não-cumulativos são aqueles que podem ser creditados na Nota Fiscal de entrada dos insumos/produtos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É comum alguns contribuintes terem créditos tributários acumulados, seja em razão de pagamentos indevidos ou a maior, ou mesmo quando após a apuração de tributos não-cumulativos (ICMS, IPI, PIS/COFINS) resultar em saldo credor.</p>
<p>Apenas a título de esclarecimento, os tributos considerados não-cumulativos são aqueles que podem ser creditados na Nota Fiscal de entrada dos insumos/produtos e, posteriormente, debitados na venda. A compensação entre entrada e saída pode gerar tributo a pagar ou não, como também pode resultar em saldo credor, que ocorre quando o débito de saída que tenho a pagar é menor do que o crédito destacado na Nota de entrada, sendo que esta diferença é transportada como crédito para o mês seguinte.</p>
<p>A consequência em ambos os casos é o crédito acumulado, que nada mais é que um “dinheiro” sem uso, ao mesmo tempo em que o contribuinte está obrigado a pagar inúmeros tributos durante o mês.</p>
<p>Aí fica o questionamento, o que faço com o crédito acumulado? Tenho outros tributos a pagar, posso compensar com essas pendências? Por exemplo, se paguei mais de INSS do que o devido, posso deduzir do imposto de renda?</p>
<p>Em cumprimento à Lei 9.430/96, a Receita Federal se manifestou positivamente, permitindo a compensação de créditos previdenciários com os demais débitos e vice-versa (IRPJ, CSLL, PIS/COFINS, IPI, entre outros), desde que o contribuinte utilize o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (e-Social) para a apuração das contribuições previdenciárias.</p>
<p>Dessa forma, o contribuinte que utiliza o e-Social pode sim <strong><em>compensar os créditos tributários com débitos de qualquer natureza</em></strong> que ainda não venceram, desde que esses tributos sejam administrados pela Receita Federal, conforme <em>Solução de Consulta DISI/SRRF04 n° 4024 de 08/10/2020.</em></p>
<p>Por outro lado, com relação ao ICMS, que é um imposto estadual, é proibido compensar eventual crédito acumulado com tributos federais, como IRPJ, CSLL, PIS/COFINS, IPI e contribuições sociais.</p>
<p>Assim, é muito importante acompanhar as obrigações fiscais e verificar a possibilidade de fazer a compensação, evitando o pagamento indevido de tributos, além da possibilidade de o contribuinte manter a economia em um momento tão delicado que o país está suportando.</p>
<p>Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post,, será um prazer orientá-lo(a)!</p>
<p>Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na assessoria e consultoria preventiva na gestão de pessoas e empresarial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: <a href="https://www.ntadvogados.com.br/luciana-carolina-goncalves/"><strong>Luciana Carolina Gonçalves</strong></a></em></p>
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<p>Advogada Tributarista</p>
</div>
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</div>
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