<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos FGTS - Nogueira e Tognin</title>
	<atom:link href="https://www.ntadvogados.com.br/tag/fgts/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Advogados Associados desde 1995</description>
	<lastBuildDate>Tue, 09 Jun 2020 12:57:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2022/02/favicon-ntadvogados-150x150.png</url>
	<title>Arquivos FGTS - Nogueira e Tognin</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">203812964</site>	<item>
		<title>Da extinção da multa de 10% sobre o FGTS na rescisão dos contratos de trabalho</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/da-extincao-da-multa-de-10-sobre-o-fgts-na-rescisao-dos-contratos-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 12:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Contratos de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Extinção de Multa]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[multa]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão de Contratos de Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ntadvogados.com.br/?p=11125</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Lei 13.932/19, em seu artigo 12, extinguiu a contribuição social devida pelos empregadores no caso de despedida do empregado, sem justa causa, no importe de 10% (dez por cento) sobre o montante de todos os depósitos devidos referentes ao FGTS durante a vigência do contrato de trabalho, contribuição esta muito conhecida como “adicional de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/da-extincao-da-multa-de-10-sobre-o-fgts-na-rescisao-dos-contratos-de-trabalho/">Da extinção da multa de 10% sobre o FGTS na rescisão dos contratos de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Lei 13.932/19, em seu artigo 12, extinguiu a contribuição social devida pelos empregadores no caso de despedida do empregado, sem justa causa, no importe de 10% (dez por cento) sobre o montante de todos os depósitos devidos referentes ao FGTS durante a vigência do contrato de trabalho, contribuição esta muito conhecida como “adicional de multa”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Importante destacar que referida contribuição foi instituída pela Lei Complementar n° 110 em 2001, com o objetivo de os contribuintes colaborarem a partir de 2002 com o Governo Federal para recompor o fundo securitário afetado pelos reajustes inflacionários do Plano Collor e Verão, decorrente da supressão da correção monetária aplicada aos saldos do FGTS, e a partir de 2008 para os programas sociais da casa própria (Minha Casa, Minha Vida).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a contribuição tinha uma finalidade específica, qual seja, a recomposição do fundo securitário, que atingiu sua recuperação em 2007 conforme afirmação da Caixa Federal, contudo a contribuição não foi extinta e o empregador continuou pagando a multa adicional de 10% sobre os depósitos fundiários.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">No governo Dilma Rousself, os legisladores levaram a extinção da referida contribuição para o Congresso Nacional, todavia a então presidente vetou o texto da lei, afirmando que o dinheiro seria útil para os projetos sociais e, assim, a arrecadação da contribuição foi destinada para o programa social “Minha Casa, Minha Vida”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, alguns contribuintes insatisfeitos com a decisão do Governo Federal começaram a buscar o Judiciário para declarar a inconstitucionalidade da cobrança, com a sua consequente extinção, mas sem muito sucesso nas primeiras instâncias, até que a discussão chegou ao STF e está pendente de uma decisão para finalizar a discussão.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O abuso por parte da presidência resultou em inúmeras ações até chegar no STF, objeto do Recurso Extraordinário n° 878.313, o qual foi afetado pela repercussão geral, ou seja, sua decisão trará unificação dos entendimentos dos Tribunais, gerando efeitos positivos ou negativos para todos os contribuintes que demandarem ação judicial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, fica a pergunta: a contribuição recolhida durante todo esse período, desde 2008, é legal?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A indagação vem justamente porque o Governo Federal deixou de dar o destino certo a tal contribuição, pois ela atingiu a finalidade para qual foi constituída em 2007 com a recuperação do Fundo Securitário e, por conseguinte, não poderia o Governo Federal decidir que a contribuição teria outro destino, senão aquela definida pela LC 110/2001.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, mesmo que a decisão seja favorável aos contribuintes, é importante buscar um profissional para mover o Judiciário, pois o Recurso Extraordinário só terá efeitos para quem tiver processos judiciais em andamento. Dessa forma, caso o contribuinte tenha dúvida quanto a restituição de valores dessa contribuição, é importante agir rápido, tendo em vista que a legislação só permite a restituição dos valores pagos indevidamente dos últimos 5 anos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (<a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8">encurtador.com.br/bopzF</a>), será um prazer orientá-lo!</p>
<p>Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na assessoria e consultoria preventiva na gestão de pessoas e empresarial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por: <a href="https://www.ntadvogados.com.br/luciana-carolina-goncalves/"><strong>Luciana Carolina Gonçalves</strong></a></em></p>
<div class="row ">
<div id="wpv-column-78d789cabc242849656d463d8a2e1a4d" class="wpv-grid grid-1-1  first unextended">
<p>Advogada Tributarista</p>
</div>
</div>
<div class="row ">
<div id="wpv-column-004b25c997d68ce86ad25a837aa3b13c" class="wpv-grid grid-1-2  first unextended"><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-11078" src="https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/05/dra-luciana.png" alt="" width="191" height="173" /></div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/da-extincao-da-multa-de-10-sobre-o-fgts-na-rescisao-dos-contratos-de-trabalho/">Da extinção da multa de 10% sobre o FGTS na rescisão dos contratos de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">11125</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mudanças no e-Social: o que muda para sua empresa em 2020?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/mudancas-no-e-social-o-que-muda-para-sua-empresa-em-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2020 14:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[alterações e-Social]]></category>
		<category><![CDATA[arquivos magnéticos]]></category>
		<category><![CDATA[CAGED]]></category>
		<category><![CDATA[CAT]]></category>
		<category><![CDATA[CTPS]]></category>
		<category><![CDATA[DCTF]]></category>
		<category><![CDATA[declarações 2020]]></category>
		<category><![CDATA[direitos previdenciários]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[DIRF]]></category>
		<category><![CDATA[e-Social]]></category>
		<category><![CDATA[Empregador Doméstico]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[GFIP]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[GRF]]></category>
		<category><![CDATA[lei 13.874]]></category>
		<category><![CDATA[MANAD]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
		<category><![CDATA[mp 881]]></category>
		<category><![CDATA[obrigações acessórias]]></category>
		<category><![CDATA[PPP]]></category>
		<category><![CDATA[RAIS]]></category>
		<category><![CDATA[SPED]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ntadvogados.com.br/?p=10785</guid>

					<description><![CDATA[<p>Inicialmente tratava-se de uma obrigação acessória aplicada às grandes empresas inseridas no Projeto SPED (sistema público de escrituração digital) e que posteriormente se estendeu às micro e pequenas empresas, microempreendedores individuais e até empregadores domésticos. Os objetivos essenciais do eSocial consistiam em:         Viabilizar a garantia de direitos previdenciários e trabalhistas aos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/mudancas-no-e-social-o-que-muda-para-sua-empresa-em-2020/">Mudanças no e-Social: o que muda para sua empresa em 2020?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Inicialmente tratava-se de uma obrigação acessória aplicada às grandes empresas inseridas no Projeto SPED (sistema público de escrituração digital) e que posteriormente se estendeu às micro e pequenas empresas, microempreendedores individuais e até empregadores domésticos. Os objetivos essenciais do eSocial consistiam em:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Viabilizar a garantia de direitos previdenciários e trabalhistas aos trabalhadores;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">     </span><span style="font-weight: 400;">Simplificar o cumprimento de obrigações;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">     </span><span style="font-weight: 400;">Aprimorar a qualidade de informações das relações de trabalho, previdenciárias e fiscais.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a edição de muitos manuais, notas técnicas e demais legislações, o projeto foi se amoldando e tomando corpo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no ano de 2013 as grandes corporações iniciaram mudanças internas de procedimentos, de registros de dados e alterações de sistemas voltados a atender o eSocial, o qual reúne grande volume de informações. Com isso, os empresários já tiveram que investir para se adequar às novas exigências e formar a base de dados que pudesse atender todas as obrigações consolidadas em arquivo magnético.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as obrigações e declarações mensais e anuais, o eSocial reúne:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Folha de Pagamento</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">GPS – Guia da Previdência Social</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">GRF – Guia de Recolhimento do FGTS</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">LRE – Livro de Registro de Empregados</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">QHT – Quadro de Horário de Trabalho</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">RAIS – Relação Anual de Informações Sociais</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">CD – Comunicação de Dispensa</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo em 2019, com a edição da Medida Provisória 881, o Governo Federal através do plano de desburocratização nacional resolveu substituir o e-Social por dois outros sistemas mais simples e com menor volume de informações, </span><span style="font-weight: 400;">vez que o e-Social foi objetivo de inúmeras reclamações, tanto pela Administração Pública, como para os empresários e cidadãos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A MP foi convertida na lei nº 13.874 de 20/09/2019 e sancionada pelo presidente, sendo que, em relação ao e-Social, entrou em vigor a partir de janeiro de 2020.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><b>Certo, mas qual seria a intenção do Governo com essa mudança?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">         </span> <span style="font-weight: 400;">Em síntese, através da Lei de Liberdade Econômica, o Governo Federal pretende desburocratizar a atuação das empresas para aumentar a oferta de trabalho e a renda dos trabalhadores, bem como maiores lucros e capacidade de investimento para os empresários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span> <span style="font-weight: 400;">Para isso ocorrer, a pretensão da Administração Pública relaciona-se com:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Substituição das obrigações acessórias;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Eliminação de dados redundantes ou já existentes nas bases oficiais;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Redução da complexidade das obrigações acessórias;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Modernização dos sistemas;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Integridade, segurança e continuidade das informações;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Respeito pelos investimentos feitos por empresas e profissionais durante o período de implantação do e-Social.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><b>OK, mas quais são as mudanças previstas para 2020?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde janeiro de 2020 entrou em vigor as novas regras, porém algumas alterações já haviam começado com as i</span><span style="font-weight: 400;">mplantações dos layouts, nos termos da legislação, facilitando o preenchimento </span><span style="font-weight: 400;">com alteração de campos obrigatórios para facultativos e dispensa de algumas obrigações antes exigidas. Contudo, os empresários deverão ainda continuar alimentando os sistemas e atentar-se para os seguintes pontos:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">O e-Social não está suspenso e sim remodelado provisoriamente;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Haverá a substituição de diversas obrigações, como a DCTF-Web, que é a declaração de contribuições e tributos federais entregue via internet;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Alterações em benefícios previdenciários e Seguro-Desemprego com base no e-Social;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Implantação da CTPS digital, onde as anotações de contrato de emprego, férias e demais registros serão eletrônicos;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">Com relação aos micro empreendedores individuais, prestarão as informações através do sistema simplificado na internet, elaborado de forma intuitiva, já disponível também para os segurados especiais;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">O empregador doméstico continuará utilizando o sistema Web que está sendo remodelado e simplificado. Com a integração dos manuais e assistentes de preenchimento.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, dependendo da atividade econômica e porte de cada empresa, as mudanças ocorrerão em maior ou menor volume.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Percebe-se com isso que tais mudanças visam separar as obrigações sociais das tributárias, com ênfase na simplificação de procedimentos a serem realizados pelas empresas e contadores, de forma a não onerar os empresários e melhorar os canais de comunicação de dados entre os contribuintes e o governo, aumentando a competitividade das empresas brasileiras com essa dinâmica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na assessoria e consultoria preventiva na gestão de pessoas e empresarial.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/mudancas-no-e-social-o-que-muda-para-sua-empresa-em-2020/">Mudanças no e-Social: o que muda para sua empresa em 2020?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">10785</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Saiba como calcular todas as verbas rescisórias</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/saiba-como-calcular-todas-as-verbas-rescisorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2019 09:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[cálcul]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[rescisão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ntadvogados.com.br/?p=10753</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mesmo empresas que estão há anos no mercado podem cometer erros e essa falta de atenção pode provocar problemas à organização. Por isso, explicamos como fazer o cálculo de forma facilitada. Continue lendo para descobrir como! Como calcular os valores a receber na rescisão Comece avaliando o motivo da demissão: dispensa sem justa causa, com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/saiba-como-calcular-todas-as-verbas-rescisorias/">Saiba como calcular todas as verbas rescisórias</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo empresas que estão há anos no mercado podem cometer erros e essa falta de atenção pode provocar problemas à organização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, explicamos como fazer o cálculo de forma facilitada. Continue lendo para descobrir como!</span></p>
<p><b>Como calcular os valores a receber na rescisão</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comece avaliando o motivo da demissão: dispensa sem justa causa, com justa causa, pedido de demissão, acordo entre partes ou demissão voluntária. Cada situação dessas tem uma especificidade e impactará na quantia a ser recebida. É importante notar que a justificativa deve ser comunicada ao funcionário não apenas de forma verbal, mas também escrita.</span></p>
<p><b>Saldo de salário</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalhador deverá receber o salário proporcional ao número de dias trabalhados no mês. A fórmula básica é: salário integral dividido por trinta e multiplicado pelo número de dias trabalhados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Devem ser consideradas também as horas extras e adicionais noturnos desse período, se houver. </span></p>
<p><b>Férias e 13º salário</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve ser calculada a quantia proporcional relativa às férias, acrescidas de 1/3, e ao décimo terceiro salário, considerando também o período de aviso prévio, dependendo do tipo de rescisão. Por exemplo: se um funcionário trabalhou por 11 meses e ainda possui aviso prévio de 30 dias, ele tem direito a férias proporcionais de 12 meses no total, assim como o 13º salário.</span></p>
<p><b>Aviso prévio e multa 40% sobre FGTS</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A título de exemplo, supondo que o motivo dispensa é sem justa causa, o indivíduo também tem direito a receber 30 dias de aviso prévio (de forma trabalhada ou indenizada) e a multa de 40% sobre o FGTS recolhido durante o tempo do contrato de trabalho.</span></p>
<p><b>Deduções</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Importante: a rescisão não prevê apenas ganhos, mas também deduções. As principais são as previdenciárias (INSS), imposto de renda (IRRF) e possíveis adiantamentos realizados pela empresa, dentre outros, como convênios, empréstimo consignado etc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando há justa causa, além dos descontos, os diretos são: saldo de salários, horas extras, férias vencidas acrescidas de 1/3 e FGTS rescisória sem a multa de 40% e sem a possibilidade de sacá-lo. Ou seja, é bem menos vantajoso para o colaborador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na assessoria e consultoria preventiva na gestão de pessoas e empresarial.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/saiba-como-calcular-todas-as-verbas-rescisorias/">Saiba como calcular todas as verbas rescisórias</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">10753</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Cumulação de adicional de insalubridade e de periculosidade</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/cumulacao-de-adicional-de-insalubridade-e-de-periculosidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 09:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[adicional de insalubridade]]></category>
		<category><![CDATA[adicional de periculosidade]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[rescisão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ntadvogados.com.br/?p=10747</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem desempenha funções em contato com agentes insalubres e em condições perigosas deve ganhar adicionais por essas ocorrências, certo? Sim, mas não se pode pagar os dois adicionais ao mesmo tempo.  Embora os dois adicionais representem situações distintas &#8211; a insalubridade prevê atividades desenvolvidas em situações tratadas pela NR-15 de risco à saúde, enquanto a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/cumulacao-de-adicional-de-insalubridade-e-de-periculosidade/">Cumulação de adicional de insalubridade e de periculosidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quem desempenha funções em contato com agentes insalubres e em condições perigosas deve ganhar adicionais por essas ocorrências, certo? Sim, mas não se pode pagar os dois adicionais ao mesmo tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora os dois adicionais representem situações distintas &#8211; a insalubridade prevê atividades desenvolvidas em situações tratadas pela NR-15 de risco à saúde, enquanto a periculosidade se refere às operações descritas pela lei em que há risco de vida &#8211; recentemente o TST (Tribunal Superior do Trabalho) pacificou o entendimento de que não se pode cumular estes dois adicionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha é do empregado, mas a recomendação é que se opte sempre pela alternativa mais favorável a ele, qual seja, aquela que remunera mais. Para isso, a empresa deve calcular os percentuais de cada caso e selecionar aquele que se destaca perante a comparação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem pode fornecer a orientação mais adequada em cada caso é o advogado trabalhista. O especialista avaliará o contexto, prezando pelo benefício de ambas as partes, além de pontuar as melhores medidas para que se evitem ações judiciais ou processos trabalhistas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na assessoria e consultoria preventiva na gestão de pessoas e empresarial.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/cumulacao-de-adicional-de-insalubridade-e-de-periculosidade/">Cumulação de adicional de insalubridade e de periculosidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">10747</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Um trabalhador pode se recusar a fazer horas extras?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/um-trabalhador-pode-se-recusar-a-fazer-horas-extras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 19:33:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[horas extras]]></category>
		<category><![CDATA[rescisão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ntadvogados.com.br/?p=10724</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em determinados momentos do mês, é possível se deparar com uma carga de atividades muito alta e nem sempre há como cumprir com todas as responsabilidades na jornada determinada no contrato de trabalho. Por conta dessa situação, é comum que o empregado seja convidado a desempenhá-las em um período que ultrapassa sua jornada normal. É [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/um-trabalhador-pode-se-recusar-a-fazer-horas-extras/">Um trabalhador pode se recusar a fazer horas extras?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em determinados momentos do mês, é possível se deparar com uma carga de atividades muito alta e nem sempre há como cumprir com todas as responsabilidades na jornada determinada no contrato de trabalho. Por conta dessa situação, é comum que o empregado seja convidado a desempenhá-las em um período que ultrapassa sua jornada normal. É a chamada hora extra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ocorrência está prevista na CLT, limitada a 2 horas por dia, desde que não ultrapasse o total de 10 horas diárias, e prevê o pagamento adicional de, no mínimo, 50% sobre a hora-trabalho. Há possibilidade também da hora extra ser revertida em banco de horas, que poderá ser utilizado pelo trabalhador para cenários em que precisa se ausentar de seu posto ou deseja tirar folgas além daquelas previstas em contrato.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o que fazer se o funcionário não quiser trabalhar além do seu horário?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Descubra o que a lei determina</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que as horas extras sejam cumpridas de acordo com o que prevê a lei, é necessário que exista concordância entre o empregador e o funcionário. Ou seja, a empresa não pode impor a realização do trabalho extraordinário, assim como o trabalhador não pode desempenhá-lo por livre e espontânea vontade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ideal mesmo é que esse recurso seja utilizado apenas nos momentos em que é inevitável cumprir com as tarefas na jornada normal. O bom senso entre os agentes é indispensável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale notar que a imposição das horas extras é ilegal e a pré-contratação destas em contrato pode gerar condenação em processo trabalhista. Proceder a demissão pela recusa do empregado também é ilegal, podendo gerar transtornos para a empresa. Então, o ideal é que as partes estejam de acordo sobre a realização de horas extras e que haja comunicação prévia sempre que houver necessidade de realizá-las. Assim, todos podem se organizar para que não ocorram atritos.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na assessoria e consultoria preventiva na gestão de pessoas e empresarial.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/um-trabalhador-pode-se-recusar-a-fazer-horas-extras/">Um trabalhador pode se recusar a fazer horas extras?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">10724</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
