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	<title>Arquivos Empresário - Nogueira e Tognin</title>
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	<description>Advogados Associados desde 1995</description>
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	<title>Arquivos Empresário - Nogueira e Tognin</title>
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		<title>O que todo empregador e empregado deve saber sobre dano moral?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/o-que-todo-empregador-e-empregado-deve-saber-sobre-dano-moral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 17:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Constrangimento no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Dano Moral no Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Dano Moral” é um tema que envolve muita polêmica no ambiente profissional. Tanto o empregador quanto o empregado possuem muitas dúvidas para entender quais características realmente se enquadram nesta conduta, que pode colocar em risco uma relação de trabalho. O dano moral pode acontecer de baixo para cima, ou seja, quando o empregado causa dano [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“Dano Moral” é um tema que envolve muita polêmica no ambiente profissional. Tanto o empregador quanto o empregado possuem muitas dúvidas para entender quais características realmente se enquadram nesta conduta, que pode colocar em risco uma relação de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dano moral pode acontecer de baixo para cima, ou seja, quando o empregado causa dano moral contra o empregador, devendo indenizá-lo, e também, o mais comum, de cima para baixo, quando o empregador causa dano moral contra o empregado, devendo indenizá-lo, sendo que neste caso pode ser individual ou coletivo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>A EMPRESA PODE SER VÍTIMA DE DANO MORAL?</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, embora alguns empregadores não saibam, eles também podem ser vítimas de dano moral praticado pelo empregado ou ex-empregado contra sua empresa ou sua pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, se o empregador sofrer perante a sociedade lesão à sua imagem, à sua honra objetiva, ao seu nome, à sua privacidade, aos seus segredos empresariais, aos seus atributos, ou a qualquer outro parâmetro de lesão não patrimonial, esta lesão pode atingir a pessoa jurídica e configurar dano moral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa possui um nome, uma marca, um conceito social que precisa zelar, portanto se o empregado lesar sua imagem, pode prejudicar sua reputação, sua posição social ou de mercado, bem como sua vida perante toda a sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, se o empregador for vítima de dano moral praticado pelo empregado, pode demiti-lo por justa causa e ainda buscar na Justiça do Trabalho uma indenização pelos danos sofridos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>O EMPREGADO PODE SER VÍTIMA DE DANO MORAL?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim e já é de conhecimento público que o dano moral se caracteriza pela ofensa ao bem estar do indivíduo, ferindo sua honra, caráter, imagem ou intimidade, assim como pela ofensa aos seus sentimentos ou ao seu equilíbrio psíquico e espiritual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao identificar o dano moral, o trabalhador poderá pleitear indenização, além de aplicar a rescisão indireta no seu contrato de trabalho (justa causa do empregador).</span></p>
<p><b>Quais são os casos mais comuns de dano moral?</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Acidente de trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Assédio moral ou assédio sexual;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Invasão de privacidade, como instalar câmeras no interior dos banheiros ou instalar programas para vigiar os computadores dos empregados sem avisar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Revistas íntimas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Anotação de um valor inferior ao realmente pago na Carteira de Trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Piadas difamatórias, principalmente referentes a aparência do funcionário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Atos de  </span><span style="font-weight: 400;">coação, injúria, calúnia, difamação,</span><span style="font-weight: 400;">contra o empregador ou empregado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Terrorismo psicológico, degradação das condições de trabalho, rigor excessivo, isolamento do trabalhador.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Há ainda muitas outras ações ou omissões que podem atingir o empregado ou o empregador, causando danos suscetíveis de serem reparados com indenização.</span></p>
<p><b>Como comprovar o dano moral?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Provar a ocorrência de dano moral pode ser bem complicado, mas sempre existe uma saída. Inicialmente é preciso analisar cuidadosamente o acontecido para averiguar se realmente houve dano moral. Se for o caso, há diversos meios para comprovar, seja através de testemunhas, </span><span style="font-weight: 400;">redes sociais,</span><span style="font-weight: 400;"> mensagens, gravações de vídeo, de áudio ou até mesmo por fotos.</span></p>
<p><b>O que não pode ser caracterizado como dano moral?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não constitui dano moral os simples dissabores, aborrecimentos e pequenas ofensas, bem como o pequeno incômodo ou, ainda que grave, o comportamento lícito do agente. Efetuar </span><span style="font-weight: 400;">desconto no salário por faltas não justificadas, aplicar advertência</span><span style="font-weight: 400;">s</span><span style="font-weight: 400;"> por erros cometidos pelo empregado ou até mesmo chamar </span><span style="font-weight: 400;">sua</span><span style="font-weight: 400;"> atenção por uma eventual falha não </span><span style="font-weight: 400;">configuram</span><span style="font-weight: 400;"> dano moral, </span><span style="font-weight: 400;">portanto não são passíveis de indenização.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dano moral, na maioria das vezes, aparece em alguma conduta abusiva, que remeta ao constrangimento efetivo do empregado ou do empregador, causando prejuízos emocionais ou éticos e morais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É de extrema importância qualquer empresário ou empregador se atentar para os critérios de configuração do dano moral, para evitar possíveis problemas em sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre dano moral? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
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		<title>Como funciona a indenização por acidente ou doenças ocupacionais?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/indenizacao-por-acidente-ou-doencas-ocupacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 16:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trajeto]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Ocupacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o Ministério do Trabalho, quase 800 mil trabalhadores se acidentam anualmente no Brasil, sendo feitos aproximadamente 2 mil registros de acidentes por dia. Com isso, se o empregado que se acidentar no ambiente de trabalho, pode ser o caso de pleitear indenização na Justiça decorrente de acidente de trajeto, acidente típico ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o Ministério do Trabalho, quase 800 mil trabalhadores se acidentam anualmente no Brasil, sendo feitos aproximadamente 2 mil registros de acidentes por dia. Com isso, se o empregado que se acidentar no ambiente de trabalho, pode ser o caso de </span><span style="font-weight: 400;">pleitear</span><span style="font-weight: 400;"> indenização </span><span style="font-weight: 400;">na Justiça decorrente de</span><span style="font-weight: 400;"> acidente de trajeto, acidente típico ou doenças ocupacionais </span><span style="font-weight: 400;">equiparadas a acidente de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Perante a Constituição Federal, o empregador deve pagar a indenização de forma obrigatória nos casos em que </span><span style="font-weight: 400;">tiver</span><span style="font-weight: 400;"> culpa ou </span><span style="font-weight: 400;">quando</span><span style="font-weight: 400;"> o empregador tem ciência de que a atividade </span><span style="font-weight: 400;">empresarial é de grande risco e </span><span style="font-weight: 400;">pode gerar um acidente</span><span style="font-weight: 400;">.</span> <span style="font-weight: 400;">Vale esclarecer que</span><span style="font-weight: 400;"> atitude </span><span style="font-weight: 400;">culposa </span><span style="font-weight: 400;">é quando o empregador age com negligência, imprudência ou imperícia, sabendo do risco de o acidente ocorrer, </span><span style="font-weight: 400;">mas </span><span style="font-weight: 400;">mesmo assim não </span><span style="font-weight: 400;">o</span><span style="font-weight: 400;"> previne </span><span style="font-weight: 400;">ou não faz nada para tentar impedir que ocorra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda a diferença entre os três tipos de acidentes:</span></p>
<p><b><i>Acidente de trajeto</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acontece quando o empregado sofre um acidente no caminho de sua residência para</span><span style="font-weight: 400;"> o trabalho ou vice-versa</span><span style="font-weight: 400;">, independente</span><span style="font-weight: 400;">mente</span><span style="font-weight: 400;"> do meio de transporte </span><span style="font-weight: 400;">utilizado</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b><i>Acidente típico</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ocorre</span><span style="font-weight: 400;"> quando o trabalhador está exercendo sua atividade profissional, mesmo que não seja em seu local de trabalho. Com isso, o acidente pode causar uma grave lesão corporal que apresente risco à vida do funcionário ou </span><span style="font-weight: 400;">resulte em</span><span style="font-weight: 400;"> redução da capacidade laboral do </span><span style="font-weight: 400;">acidentado.</span></p>
<p><b><i>Doenças ocupacionais</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São todas as doenças </span><span style="font-weight: 400;">decorrentes </span><span style="font-weight: 400;">do trabalho, adquiridas ou </span><span style="font-weight: 400;">agravadas</span><span style="font-weight: 400;"> pelas condições em que o trabalhador exerce suas atividades,</span><span style="font-weight: 400;"> ficando</span><span style="font-weight: 400;"> exposto a danos, como por exemplo a LER (lesão por esforço repetitivo), que é um dos casos mais recorrentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A indenização surge quando o trabalhador ingressa com uma ação trabalhista na Justiça alegando danos morais e materiais decorrentes do acidente, sendo que se ficar caracterizada a culpa da empresa no acidente, esta será condenada em pagar indenização na forma da sentença, sendo mais comum:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"> o dano moral ser arbitrado pelo juiz levando em conta as condições em que ocorreu o acidente ou a doença profissional; e</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">o dano material ser determinado levando em conta o percentual de redução da capacidade laborativa que teve o empregado acidentado, ou seja, qual foi o tamanho de sua perda de condições de trabalhar, podendo variar de 1% a 100% do seu salário, que é normalmente determinado por um perito médico judicial ou do INSS.  </span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/indenizacao-por-acidente-ou-doencas-ocupacionais/">Como funciona a indenização por acidente ou doenças ocupacionais?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
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		<item>
		<title>Principais pontos da Lei da Terceirização</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/principais-pontos-da-lei-da-terceirizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 17:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista]]></category>
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		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em março de 2017, passou a vigorar a Lei nº 13.429/2017, que alterou os dispositivos sobre a terceirização e em novembro de 2017 passou a vigorar a famosa Reforma Trabalhista, trazendo diversas mudanças e possibilidades, o que gerou muitas dúvidas para as empresas e os funcionários. A principal questão é: foi vetada a possibilidade de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em março de 2017, passou a vigorar a Lei nº 13.429/2017, que alterou os dispositivos sobre a terceirização e em novembro de 2017 passou a vigorar a famosa Reforma Trabalhista, trazendo diversas mudanças e possibilidades, o que gerou muitas dúvidas para as empresas e os funcionários. A principal questão é: foi vetada a possibilidade de terceirizar qualquer área da empresa? </span></p>
<p><b>Como funcionava a terceirização antes das alterações da lei?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Anteriormente não era possível terceirizar a atividade fim (vinculada à finalidade da atividade empresarial), somente era permitida a terceirização de atividades meio e acessórias da empresa, como limpeza, conservação ou vigilância, isto é, atividades consideradas alheias à principal. </span></p>
<p><b>Como ficou a terceirização após a Reforma Trabalhista?</b></p>
<p>Desde novembro de 2017 toda e qualquer atividade da empresa pode ser terceirizada, inclusive nas áreas ligadas às atividades fim da empresa.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, não há atividade proibida ou área vetada de ser terceirizada, contudo o que gera muitas dúvidas ainda é quando uma terceirização é legítima ou ilegítima/ilegal, sendo que no segundo caso gera a descaracterização do contrato de terceirização, configurando vínculo empregatício direto entre o prestador de serviços e a empresa contratante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceirização legítima é aquela em que o contratante não tem poder de mando nem de direção nas atividades do terceirizado, ou seja, não há ingerência direta do contratante com o terceirizado e, assim, não há subordinação jurídica entre as partes, além de outros requisitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma genérica, a terceirização ilegítima é aquela em que o contratante tem o poder de mando, de direção e de fiscalização dos trabalhos realizados pelo terceiro, estando presente a subordinação jurídica. Assim, analisando as condições de fato, verifica-se que não se trata de prestador terceirizado, mas sim de verdadeiro empregado, que embora trabalhe sob o regime de um contrato de terceirização e recebe remuneração mediante emissão de nota fiscal, o contrato é considerado nulo, pois trata-se de uma terceirização ilegal, que vai contra os requisitos da lei.</span></p>
<p><b>Quais são os direitos de um trabalhador terceirizado?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CLT prevê ao trabalhador terceirizado os mesmos direitos de um trabalhador convencional. O contratante deve ter como responsabilidade principal oferecer as condições básicas de trabalho para o empregado, desde segurança à higiene, mesmo se a atividade não for realizada no ambiente interno da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, não é de responsabilidade da empresa custear benefícios, como plano de saúde, vale transporte, vale refeição, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova Lei da Terceirização ainda propôs modificações para os trabalhos temporários, que antes tinham um contrato </span><span style="font-weight: 400;">com prazo máximo </span><span style="font-weight: 400;">de 90 dias, passando </span><span style="font-weight: 400;">desde então</span><span style="font-weight: 400;"> para 180 dias</span><span style="font-weight: 400;">, consecutivos ou não, passíveis de prorrogação por mais 90 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda tem dúvidas sobre este tema? Deixe o seu comentário neste post ou converse com os nossos especialistas pelo Whatsapp (</span><a href="http://encurtador.com.br/bopzF?fbclid=IwAR0rOgtLTofUPuYNT309zXnPYx3RUkAcfMB-yHrMiKgxTOxDqU0v_Yf8Cz8"><span style="font-weight: 400;">encurtador.com.br/bopzF</span></a><span style="font-weight: 400;">), será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na  Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas.</span></p>
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		<item>
		<title>Quais são os impostos que um empresário do Simples Nacional deve pagar mensalmente?</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/quais-sao-os-impostos-que-um-empresario-do-simples-nacional-deve-pagar-mensalmente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2019 18:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[DAS]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Empresário]]></category>
		<category><![CDATA[Faturamento]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de tudo é necessário compreender o que é o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), ou seja, é o documento de arrecadação de tributos federais incidentes sobre o faturamento da empresa, portanto obrigatório. O DAS é destinado às empresas do Simples Nacional com faturamento anual máximo de 4,8 milhões de reais. O documento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Antes de tudo é necessário compreender o que é o </span><b>DAS </b><span style="font-weight: 400;">(Documento de Arrecadação do Simples Nacional), ou seja, </span><span style="font-weight: 400;">é o documento de arrecadação de tributos federais incidentes sobre o </span><span style="font-weight: 400;">faturamento da empresa, portanto obrigatório.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O DAS é destinado às empresas do Simples Nacional </span><span style="font-weight: 400;">com</span><span style="font-weight: 400;"> faturamento anual máximo de 4,8 milhões de reais. O documento de arrecadação do Simples Nacional nada mais</span> <span style="font-weight: 400;">é que </span><span style="font-weight: 400;">uma guia de recolhimento de tributos</span><span style="font-weight: 400;">, na qual todos os impostos </span><span style="font-weight: 400;">estão reunidos e </span><span style="font-weight: 400;">são pagos de uma vez só. Ess</span><span style="font-weight: 400;">a guia </span><span style="font-weight: 400;">foi criada </span><span style="font-weight: 400;">com o objetivo de simplificar a apuração e recolhimento dos tributos, através do </span><span style="font-weight: 400;">pagamento mensal de uma única guia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No </span><span style="font-weight: 400;">Documento de Arrecadação do Simples Nacional </span><span style="font-weight: 400;">estão incluídos os seguintes tributos: </span><span style="font-weight: 400;">imposto de renda da pessoa jurídica </span><span style="font-weight: 400;">(IRPJ)</span><span style="font-weight: 400;">, contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL), contribuições para o PIS/COFINS, contribuição previdenciária patronal (CPP) e </span><span style="font-weight: 400;">imposto sobre produtos industrializados (IPI).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O imposto sobre circulação de mercadorias (ICMS) </span><span style="font-weight: 400;">e o imposto sobre serviços (ISS) </span><span style="font-weight: 400;">serão recolhidos na DAS se o faturamento da empresa não ultrapassar os sublimites do faturamento da empresa estabelecidos na Resolução 140/2018.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para saber o valor do DAS, o primeiro passo é identificar a alíquota que será utilizada para o cálculo dos impostos, levando em consideração </span><span style="font-weight: 400;">cinco</span><span style="font-weight: 400;"> fatores:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Anexo do Simples Nacional: os prestadores de serviços são distribuídos em 3 anexos, com valores de referências diferentes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Receita bruta acumulada nos últimos 12 meses (RBT12)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Alíquota nominal constante nos anexos I e V da LC 123/06;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Parcela a deduzir constante nos anexos I e V da LC 123/06;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Atividade desenvolvida pela empresa (CNAE).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você esteja abrindo a sua empresa ou nunca tenha emitido notas fiscais por ela, é preciso lembrar que os impostos serão baseados em uma média anual, ou seja, se no caso do faturamento do primeiro mês ser acima do esperado, o imposto será maior, porque o valor inicial será considerado a média anual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como o valor do DAS se baseia no faturamento mensal, se em algum mês a empresa não apresentar faturamento, não é preciso se preocupar. Neste caso, nenhum DAS será gerado.</span></p>
<p><b>INSS</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sócio administrador é automaticamente um contribuinte obrigatório da Previdência Social. </span><span style="font-weight: 400;">Para o</span><span style="font-weight: 400;">s sócios (proprietários da empresa) que possuem a empresa no Simples Nacional, de forma geral, ocorre o desconto de 11% da quantia total do pró-labore relativo ao INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, se um salário mínimo (</span><span style="font-weight: 400;">R$ 998,00</span><span style="font-weight: 400;">) for registrado como pró-labore, o indivíduo terá que pagar o importe de R$ </span><span style="font-weight: 400;">109,78, que corresponde</span><span style="font-weight: 400;"> a alíquota de 11% da contribuição para o INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Concluindo, é importante ressaltar a importância do pagamento do Simples Nacional, pois caso contrário a empresa poderá ser multada, acarretando um prejuízo significativo para as finanças,</span><span style="font-weight: 400;"> inclusive com a sua exclusão desse regime pela Receita Federal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de especialistas, será um prazer orientá-lo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale conosco através dos telefones (19) 3805-4434, Whatsapp (19) 97111-4434 ou clicando aqui: <a href="http://encurtador.com.br/uvF24">encurtador.com.br/uvF24</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nogueira e Tognin, fundado em 1995, sendo atualmente referência no Direito do Trabalho e na Assessoria e Consultoria preventiva na gestão de pessoas </span><span style="font-weight: 400;">e de empresas.</span></p>
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