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	<title>Arquivos nascimento da criança - Nogueira e Tognin</title>
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	<description>Advogados Associados desde 1995</description>
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	<title>Arquivos nascimento da criança - Nogueira e Tognin</title>
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		<title>As novas regras de licença-maternidade e as empresas</title>
		<link>https://www.ntadvogados.com.br/as-novas-regras-de-licenca-maternidade-e-as-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleber]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 19:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
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		<category><![CDATA[decisão do STF]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
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		<category><![CDATA[nascimento da criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As novas regras de licença-maternidade definidas pelo STF ditam que o afastamento passa a contar a partir da data da alta da mãe ou do bebê, o que acontecer por último. </p>
<p>O post <a href="https://www.ntadvogados.com.br/as-novas-regras-de-licenca-maternidade-e-as-empresas/">As novas regras de licença-maternidade e as empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ntadvogados.com.br">Nogueira e Tognin</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>De acordo com a decisão por unanimidade do Supremo Tribunal Federal (STF), a <strong>licença-maternidade</strong> passará a contar a partir da data da alta da mãe ou do bebê (o que acontecer por último). Por consequência, o pagamento do <strong>salário-maternidade</strong> pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) segue a mesma condição.&nbsp;</p>



<p>A decisão foi tomada em outubro de 2022 no julgamento de mérito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6327, onde foi tornada definitiva a liminar concedida pelo relator, ministro Edson Fachin, referendada pelo Plenário em abril do mesmo ano.</p>



<p>A respectiva Ação Direta de Inconstitucionalidade foi proposta pelo partido Solidariedade no ano de 2020, sendo solicitado que o STF interpretasse, de forma harmônica, os seguintes dispositivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>parágrafo 1º do artigo 392 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina o afastamento da mãe entre o 28º dia antes do parto até a data de nascimento da criança; e</li>



<li>artigo 71 da Lei 8.213/1991, que determina os termos do pagamento do salário-maternidade.</li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A alteração da licença-maternidade traz benefícios</strong></h2>



<p>A decisão favorece, principalmente, casos em que acontecem internações longas da mãe por complicações no parto ou do bebê quando nasce prematuro, por exemplo. O partido autor da ação defende uma interpretação da lei de forma mais próxima à realidade e, consequentemente, assegura mais proteção à relação mãe e filho, em um momento em que ambos precisam de proximidade para criar vínculos.&nbsp;</p>



<p>Têm direito à nova condição do benefício todas as mulheres que possuem contrato de trabalho em regime de CLT.&nbsp;</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM: </strong><a href="https://www.ntadvogados.com.br/trabalho-remoto-o-funcionario-tem-direito-ao-atestado-medico/"><strong>Trabalho remoto: o funcionário tem direito ao atestado m</strong></a><strong><a href="https://www.ntadvogados.com.br/trabalho-remoto-o-funcionario-tem-direito-ao-atestado-medico/">édico</a>?&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda para a empresa?</strong></h2>



<p>Do ponto de vista legal, pode-se dizer que nada muda nas obrigações do empregador relacionadas às novas regras de licença-maternidade e salário-maternidade.&nbsp;</p>



<p>O entendimento do relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6327 foi de que tanto o benefício como sua fonte de pagamento já existem, ou seja, na CLT já está previsto o período de afastamento legalmente concedido e pago pelas empresas, posteriormente compensado nas contribuições que seriam vertidas pelas empresas ao INSS. Dessa forma, a única diferença que essa decisão trás para as empresas é nas datas de início e de término do benefício de licença-maternidade.</p>



<p>Entretanto, do lado da beneficiária, ou seja, da colaboradora que acabou de dar à luz, será necessária a apresentação de documentação comprobatória para a alteração nas datas. Sendo que, no caso de prolongamento de internação da mãe, ela deverá entregar ao departamento de Recursos Humanos da empresa o atestado médico em seu nome. Já no caso do recém-nascido ficar mais tempo que o previsto em ambiente hospitalar, a jurisprudência entende que o papel da mãe é de acompanhante, de acordo com o previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Assim, ela também deve encaminhar ao RH documentos que justifiquem seu afastamento.</p>



<p><strong>Como podemos te ajudar</strong></p>



<p>Como está o entendimento do seu RH sobre as novas regras de licença-maternidade? Entender a lei é o ponto de partida para reduzir ações trabalhistas contra sua empresa. O escritório Nogueira e Tognin é especializado em <a href="https://www.ntadvogados.com.br/areas-de-atuacao/direito-trabalhista-e-sindical/tuacao/direito-empresarial/">Direito do Trabalho</a> com aspectos voltados ao Direito Previdenciário, para apoiá-lo nessas situações.&nbsp;<br><a href="https://www.ntadvogados.com.br/contato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Entre em contato conosco e tenha a orientação de um especialista para a sua empresa!</a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="728" height="90" src="https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2022/07/image1.jpg" alt="contato_nogueira_e_tognin" class="wp-image-12755" srcset="https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2022/07/image1.jpg 728w, https://www.ntadvogados.com.br/wp-content/uploads/2022/07/image1-300x37.jpg 300w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></figure>
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